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ARARI

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Baixada Maranhense: Arari

 

 

 

A notícia mais antiga registrada sobre o devassamento do território do atual município de Arari data de 1723, quando o padre José da Cunha Eça, fidalgo da casa real portuguesa e capitão-mor da Capitania do Maranhão, doou terras para a criação de um curato à margem direita do rio Mearim, no lugar denominado Curral da Igreja. Em virtude da inconveniência do local, foi a povoação transferida, em 1728, para um terreno hoje conhecido por Sítio. Mais tarde, a maioria abandonou a localidade e se fixou em outra, distante 12 quilômetros, permanecendo, no entanto, alguns remanescentes, que deram origem ao povoamento. Segundo a tradição, sabe-se que, em 1685, por ocasião da revolta de Beckman, este foi preso em sua propriedade, em terras do Município. Em 1806, Lourenço da Cruz Bogea requereu licença ao bispo D. Luís de Brito Homem para edificar um templo. Dois anos mais tarde, concluída a igreja, criou uma irmandade para ir à vila da Vitória buscar, em solene procissão, a imagem de Nossa Senhora das Graças.

Formação Administrativa – Distrito criado com a denominação de Arari, pela lei provincial n.° 465, de 24-05-1858, subordinado ao município de Mearim. Elevado à categoria de município com a denominação de Arari, pela lei provincial nº 690, de 27- 06-1864, desmembrado de Vitória do Baixo Mearim. Sede na antiga vila de Arari. Constituído do distrito sede. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos: Arari e Barreiros. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído do distrito sede.Assim permanecendo em divisão territorial datadas em 31-XII-1936 e 31-XII- 1937. Pela lei estadual nº 269, de 31-12-1948, é criado o distrito de Bonfi m do Arari e anexado ao município de Arari. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Arari e Bonfim do Arari. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005. Geografi a – Localiza-se a uma latitude 03º27’13” sul e a uma longitude 44º46’48” oeste, estando a uma altitude de 7 metros. Sua população estimada em 2015 era de 29.200 habitantes.

Gentílico: Arariense

Possui uma área de 1084,23 km².

Origem – A palavra Arari, no tupi-guarani, significa arara pequena e também dá nome a um município maranhense, distante 162 km de São Luís, localizado na região da Baixada Maranhense. Mesmo com a estrutura de uma pequena cidade do interior, Arari vem despontando no cenário econômico e cultural do Maranhão devido às suas festas, que, em cada ano, alcançam maior repercussão e atraem até pessoas de outros estados. Entre as mais conhecidas, estão a Festa de Nossa Senhora das Graças e o Festival da Melancia, que já fazem parte do roteiro de centenas de turistas que começam a descobrir o interior do Maranhão e suas peculiaridades. O município foi fundado por um  padre jesuíta português, chamado José da Cunha D’Eça, e a atividade econômica da região gira em torno da pesca, da melancia e da colheita de arroz. Por conta da grande produção de grãos, Arari já foi considerado o segundo maior produtor do Maranhão, tanto que um agrônomo da cidade desenvolveu um projeto pioneiro, em que se planta arroz a partir de uma muda e não da semente. A ideia deu tão certa que já foi levada até para a Alemanha e serve de referência para os demais municípios do Estado.

Distâncias – Para chegar a Arari, partindo de São Luís, o visitante não encontrarão muitos problemas. Passando pela BR-135 e seguindo para a BR-222, o caminho é bastante tranqüilo sem problema de buracos. Ao longo da viagem, pode-se aproveitar para comprar diversas iguarias da região nas centenas de barracas instaladas ao longo da estrada, que vendem frutas, farinha e outros produtos.

Clima – O clima da cidade gira em torno de 20º a 30°. Apesar de ser uma cidade pequena, possui uma boa estrutura para receber visitantes com uma infinidade de atrativos naturais. O destaque vai para a Lagoa da Morte, um lugar agradável para se tomar um bom banho, que a comunidade local também usa como área de camping.

Point da cidade – Arari é uma típica cidade do interior maranhense e que tem seu principal ponto de referência na Igreja Matriz, chamada Igreja Nossa Senhora das Graças. Banhada pelo rio Mearim, o principal “point” de diversão nos finais de semana são os bares instalados na beira do rio. Apesar de ser um atrativo a mais para a cidade, muitas pessoas vêm o local como um ponto negativo, devido a poluição sonora ocasionada pelos próprios visitantes, que colocam seus veículos ao lado dos bares com o som extremamente alto. Mesmo com esse problema, vale a pena passar por lá para bater um bom papo à beira do rio.

Infraestrutura – Mesmo com toda notoriedade que o fenômeno da pororoca dá para Arari, os moradores estão preocupados com a salinização do rio Mearim, que tem ocasionado longos períodos de falta de água na cidade. Hoje, Arari conta com uma infra-estrutura razoável para receber o turista visitante com diferentes opções de acomodações, em hotéis e pousado com preços bem atrativos.

ATRAÇÕES CULTURAIS

Festival da melancia (setembro) – Realizado no mês de setembro é o ápice das festividades ararienses, refletido no maior fluxo de turistas do ano. Além de momento festivo, o Festival da melancia é o instante maior das manifestações culturais e extremamente importante para a economia da cidade pois serve para divulgação e comercialização do mais importante produto agrícola da região: a deliciosa melancia. É momento também de confraternização pois muitos ararienses – que moram em outra cidades, estados e até outros países – aproveitam a ocasião para visitar parentes e amigos.

Festival da juçara (setembro) – Realizado no povoado “Moitas” é muito visitado, animadíssimo e importante economicamente para a zona rural.

Festejos Juninos (junho) – Momento de expressiva manifestação cultural popular. Carnaval (fevereiro) – Famoso em todo o Maranhão caracteriza-se pela animação em todos os cantos da cidade num clima de segurança e paz.

Milhares de fiéis participam todos os anos da procissão de Bom Jesus dos Aflitos. percorrendo ruas e avenidas de Arari. O mês de setembro é muito movimentado em Arari, é um mês em que muitos filhos de Arari retornam à sua terra para visitar seus familiares e amigos e principalmente participar dos principais festejos do município. Logo em setembro, além da festa do padroeiro da cidade, Bom Jesus dos Aflitos, têm-se festas culturais como a Festa da Juçara, no povoado Moitas e o grande Festival da Melancia.

A cidade de Arari, no período de festas fica mais festeira ainda. No Parque Folclórico dezenas de barracas, parque, vendas e muita alegria. O andor segue e o povo canta, reza, ora e suplica ao santo padroeiro para que interceda e traga sempre muita paz à família arariense.

POROROCA DE ARARI

Atrativos – Uma das épocas em que a cidade recebe mais visitante é no período da pororoca, fenômeno que acontece devido ao encontro da água doce do rio Mearim com a água salgada. Durante esse tempo, Arari fica lotada de turistas, principalmente de surfistas, para ver o fenômeno e surfar ondas de longa duração, que chegam a quatro metros de altura. Foi por conta disso que a cidade ganhou visibilidade nacional, sendo destaque em algumas edições do Globo Esporte, devido a uma etapa do campeonato de surf na pororoca e também na CNN.  O melhor período para apreciar a pororoca é de julho a dezembro, quando o verão é mais intenso.

A grande onda só aparece uma vez por dia. Em Tupi, a palavra “poro’oka “ significa estrondo. E é o barulho do encontro das águas que avisa a proximidade da pororoca. O fenômeno natural produzido pelo encontro das águas do mar com as correntes dos rios acontece foz do Rio Amazonas, nos afluentes no litoral do Pará e Amapá. No Maranhão, acontece com maior intensidade na foz do Rio Mearim, onda a onda é tão forte que derruba árvores e chega a mudar o leito de alguns rios.

Campeonato Brasileiro de Surf de Pororoca (abril) – Realizado pela Associação Nacional de Surf de Pororoca é muito concorrido por praticantes desse esporte de todo o Brasil e de diversos países, europeus e da América Latina.

Festas religiosas – O tradicional festejo de Nossa Senhora das Graças, padroeira da cidade, é no dia 15 de agosto, data em que a comunidade apresenta o fervor religioso por preservar os hábitos de novenas e ladainhas, sem esquecer o famoso Parque no Largo da Igreja. Há ainda a festa de Bom Jesus dos Aflitos, que acontece no dia 14 de setembro. São festas que valem a pena prestigiar.

Festa de Nossa Senhora das Graças (agosto) – É a festa da padroeira da cidade que caracteriza-se por animadas novenas e grande procissão no mês de agosto.

Festa de Charme Arariense (julho) – Mais tradicional festa dançante da juventude arariense, que por muito tempo foi animada pelo saudoso Jô Campos. Iniciada na década de 70 pela “Turma do Saco”, mais famoso grupo de jovens ararienses, que criaram também a inigualável Escola de Samba de mesmo nome.
Culinária – Conhecida como o portal da Baixada Maranhense, por ser uma das primeiras cidades da região, Arari também realiza o Festival do Peixe e sua culinária não difere muito das  outras realizadas no restante do Estado, com destaque ao peixe Jeju cheio e galinha caipira ao leite de coco.

Artesanato – Destaque para as redes e esteiras de palha: potes, alguidares, bacias de barro e coletes para vaqueiros, chapéus e chinelos de couro. Vale a pena conferir.

Arte – Arari é considerada o berço da cultura, tem o teatro, a dança, a pintura e várias expressões artísticas, que resistem a difi culdades e ao tempo pela força de seu povo.

Zeca Baleiro, o filho ilustre de Arari!

José Ribamar Coelho Santos (Nasceu em Arari, (11 de abril de 1966), mais conhecido como Zeca Baleiro, é cantor, compositor, cronista, e músico. Transferiu-se para São Paulo onde lançou sua carreira. Zeca canta, toca violão e já teve suas composições interpretadas por Simone, Gal Costa, Elba Ramalho, Vange Milliet, Adriana Maciel, Luíza Possi, Rita Ribeiro,Renato Braz e Claudia Leitte. Em 2011, lançou um livro de crônicas intitulado Bala na agulha. Atualmente, além da carreira de músico, é colunista mensal da revista Isto É, O nome José de Ribamar é uma homenagem a São José de Ribamar. O apelido – Baleiro – vem do fato de Zeca consumir balas entre as aulas, durante o curso de Agronomia. É o que pode ser percebido nas próprias palavras do Zeca: “Sempre fui um grande consumidor de doces, balas e toda sorte de guloseimas. Quando ingressei na universidade, entre uma aula e outra, saboreava minhas balas. Quando alguém desejava comer uma, vinha até mim. Daí para começarem a me chamar de baleiro foi um passo. Confesso que a princípio aquilo não soava bem aos meus ouvidos. Antes de dedicar-se exclusivamente à música, chegou, inclusive, a abrir uma loja de balas, tortas e doces caseiros.

DADOS GERAIS – A população total do município é de 29 297 habitantes, de acordo com a estimativa do IBGE (2016). Sua área é de 1.100 km² representando 0.331% do estado, 0.071% da região e 0.013% de todo o território brasileiro. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro é de 0,617, segundo o IBGE (2000). Endereço da Prefeitura: Av. Dr. João da Silva Lima, s/n – Centro. CEP: 65.480970. Área Territorial: 1.100 km². Ano de Instalação: 1864. Microrregião: Baixada Maranhense. Mesorregião: Norte Maranhense. Altitude da Sede: 7 m. Distância à Capital: 165 Km.

Fonte: Guia do Maranhão 2017

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