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Disfunção erétil pode ser sinal precoce de doença cardiovascular

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Os homens ainda possuem muitas dúvidas sobre os problemas envolvendo a ereção. Veja detalhes sobre o uso de medicamentos, a relação com o coração e porque emagrecer pode ajudar a prevenir a temida disfunção erétil

Que a disfunção erétil afeta a vida sexual do homem e do casal já é mais do que sabido, mas um aspecto importante do problema e que muita gente não sabe é que a falta de ereção pode ser sinal de doenças crônicas graves.

O homem vai ao consultório de um urologista preocupado com a vida sexual e, principalmente se for jovem, pode sair de lá com a recomendação para procurar um cardiologista. A disfunção erétil  pode ser um sinal de alerta e ajudar a pessoa a ser diagnosticada precocemente com um mal que poderia afetar seu coração.

A condição que preocupa aproximadamente 59% dos homens no Brasil tem duas causas principais, orgânicas e emocionais, mas também pode ser uma junção desses dois fatores. Dados da Sociedade Brasileira de Urologia apontam ainda que 12% dos quase 60% que têm ou já tiveram problemas de ereção sofrem com isso de forma recorrente.

Entre as doenças físicas que podem gerar a disfunção estão problemas cardiovasculares, distúrbios neurológicos, desequilíbrios hormonais e, claro, lesões no próprio pênis. Já entre os fatores emocionais que podem afetar a vida sexual do homem estão o estresse, transtornos de ansiedade e depressão.

Relação coração e ereção

Por incrível que pareça, a disfunção erétil é um problema de origem vascular, sendo esse um sinal de alerta para os homens que não sabem que possuem alguma complicação no coração, mas estão sentindo dificuldades em ter e manter a ereção na hora do sexo.

“Todos os homens com sintomas de disfunção erétil (DE) podem ter um evento cardiovascular fatal em um período de cinco anos, devendo procurar o urologista ou cardiologista para receber orientações de como combater os fatores de risco”, alerta o urologista Fernando Nestor Facio Jr, membro da Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo.

De modo geral, para diminuir os fatores de risco, o especialista fala que é preciso ficar atento a problemas adjacentes como obesidade, sedentarismo e tabagismo. Quando diagnosticada alguma doença crônica, como hipertensão arterial e diabetes, é preciso seguir o tratamento à risca. Também é fundamental controlar os níveis de colesterol e triglicérides.

Para resolver boa parte desses problemas, basta adotar um estilo de vida diferente, e um bom começo é passar a cuidar da alimentação, manter hábitos saudáveis e fazer atividade física.

Medicamentos

A descoberta de moléculas que poderiam ajudar o homem com disfunção erétil, e consequentemente a de medicamentos, revolucionou o sexo para o homem. Entretanto, mesmo com o primeiro medicamento do tipo já tendo quase de 20 anos de aprovação, ainda há medo e dúvidas em relação ao seu uso por parte de alguns homens.

Inicialmente, o fármaco sildenafila foi desenvolvido para tratar pessoas com pressão alta, mas a verdade é que ele não baixava a pressão, e os testes foram interrompidos. “Aí os pacientes não queriam devolver o remédio, porque viram que melhorava o desempenho sexual”, brinca o urologista Luiz Otávio Torres, presidente eleito da International Society of Sexual Medicine.

Por conta disso, e pelo mito do “conhecido que acabou morrendo após tomar o medicamento e fazer sexo”, alguns pacientes com problemas cardíacos acreditam que não podem tomá-lo. “A única contraindicação é para quem faz tratamento com nitratos por conta da angina – tipo de dor no peito. A pessoa até pode mudar o medicamento que toma para o problema, mas não é o urologista que fará isso, tem de ser o cardiologista.”

O especialista afirma que o tratamento com medicamento é seguro, e explica que foram 13 anos de estudo, inclusive no Brasil, para atestar a eficácia do mesmo. Atualmente, incluindo o famoso Viagra, já são 34 medicamentos contra o problema, com 5 moléculas diferentes, apenas no Brasil. Além do tratamento via oral, é essencial também o tratamento psicológico, para trabalhar o emocional deste homem, que pode estar abalado.

Quem não se dá bem com o medicamento pode também testar outras alternativas, como uma injeção que deve ser aplicada antes da relação sexual – neste caso, diferentemente do medicamento via oral, não é necessário qualquer estímulo visual ou de tato para que o membro fique ereto –, cirurgia para prótese peniana ou até bomba de vácuo, que aqui no Brasil não é muito usada.

Emagrecer ajuda

Uma forma de evitar o problema sem o uso de medicamentos é perdendo peso. “A obesidade representa uma patologia grave e de grandes dificuldades para uma boa performance sexual, como falta de ar, baixa energia, baixa estima e baixa de hormônio masculino, como a testosterona, que é responsável pela libido e pela capacidade de boa ereção”, relata Fernando.

Para entrar em forma, é necessário manter uma dieta saudável e fazer atividades físicas regularmente. O urologista lembra que antes de fazer uma mudança radical na rotina é preciso ter uma orientação médica.

Anualmente, não deixe de fazer uma visita ao cardiologista para controlar a hipertensão e ao endocrinologista para controlar a diabetes e a obesidade. Também conte com a ajudar de um educador físico para realizar as atividades físicas. Essas recomendações são tão enfatizadas porque a idade, o histórico do paciente e as condições físicas que apresenta devem ser analisadas por um especialista, caso contrário o que era para ajudar pode se tornar um problema ainda maior.

Em alguns casos, o homem não tem escapatória e fazer uso de medicamentos acaba sendo a melhor opção para conseguir a almejada ereção. Vale lembrar que em nenhuma hipótese é indicado tomar medicamentos por conta própria, pois além de afetar a qualidade de vida do homem, isso é algo extremamente perigoso.

Melhorias na saúde

O surgimento de medicamentos para tratar a disfunção erétil não serviu para ajudar o homem apenas em sua vida sexual, mas em sua saúde como um todo. O urologista Luiz Otávio Torres conta que, enquanto as mulheres sempre frequentaram o ginecologista, o homem parecia ser órfão de um médico próprio para si. Se elas passam a frequentar o consultório ginecológico desde a primeira relação sexual, eles só deixam para ver se está tudo bem com seus órgão sexuais quando chegam ao 40 e precisam fazer o exame do toque – isso quando vão ao médico.

O especialistas explica que quando recebe um paciente novo em seu consultório, para falar sobre disfunção erétil, já procura aproximá–lo de sua própria saúde, fazendo com que ele se conheça e se preocupe mais consigo mesmo. “Acabamos aproveitando essas visitas para fazer o controle de doenças importantes que estão relacionadas ao público masculino, como o câncer de próstata, por exemplo.”

 

Fonte: IG

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