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É Primavera!

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É Primavera!

… De mansinho a chuva retraída
Que ficou tanto tempo escondida
Volta e acena como fosse uma visita
Nesta brisa de amor meu coração se agita.

… As flores chamam os passarinhos
Que acordam e saem de seus ninhos
No horizonte o sol é brincalhão
As nuvens dançam, temos nova estação.

… É tempo de florir o coração tristonho
Desabrochar sentimentos, acreditar no sonho
Extravasar alegria e bendizer o sol
Admirar o céu e as cores do arrebol.

… É a primavera que chega e nos encanta
É a poesia que o poeta escreveu
É o som que no silêncio minh’alma canta
É o milagre que o Criador nos concedeu.

Marilda Sampronha

 


 

 

Alaniano Poético

Sonhar, querer amar.
Desejar, permitir, encantar.
Coração encontrar!
Rita Soares

 


 

 

Alaniano Poético:

Seja sempre assim:
Amigo,completo, sincero.
Plantando sorrisos.
Sílvia Maria Svereda

 


 

 

Adoráveis!

Pezinhos adoráveis
Mulher, lindas mãos
Belas pernas
Extremamente sensual
Elegantes, belas…
Adele Pereira

 


 

 

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Palavras

Palavras são graciosas
Palavras são poesias
Palavras são afetuosas
Palavras são noites e dias
Palavras são amor e carinho
Palavras são leveza e harmonia
Palavras são calmaria e desalinhos
Palavras são fortes e poderosas
Palavras são pedras nos caminhos
palavras são afagos e aconchegos
Palavras são entregas ao sossego
Palavras são entrelaços e abraços
Palavras perdoam e deixam a alma leve

Rose Melo

 


 

 

No seu quintal

O jardim é de encher os olhos
As estrelas são de arrepiar
Mas é dentro de casa que estão os demônios
Que insistem te perturbar

A alma se faz uma casa
É preciso ter muito zelo
Por que se fazer tão rasa
Negando olhar-se no espelho?

Deixe lá fora o animal
Coloque-o em seu lugar
Acolha no interno o celestial
Tudo em ti irá mudar

Lado inverso do imo
Precisa ser lapidado
Revestido de linho fino
Com sabedoria moldado

Clima, sentimento e visão
Tudo novo diante a tela
Pluma da paz reinará no coração
Consciência tão singela

Olhar sereno
Mesmo nas adversidades
Estado pleno
Completude e liberdade

Nossa alma deve florir
Frutos delicados do amor
Sentimentos sórdidos expelir
Para curar toda dor

Lado inverso do imo
Precisa ser lapidado
Revestido de linho fino
Com sabedoria moldado

Michele Mi

 


 

 

Arte que pinta e borda

Na tela desenha-se a sabedoria
Infinitas cores
Por alegoria
Entendem-se as flores

Além da beleza
O perfume
Dom da natureza
Respingo de lume

É a arte da vida
Expressada em cor
Em azul a passagem é de ida
Cinza se guarda o rancor

Abacate esperança
Nuvem da paz
Arco-íris, aliança
Minha alma refaz

Há artesãos
Com tom escarlate
O medo nas mãos
E o cão de ferro late

Não se atenta as cores
Vivas que em si há
Não rega suas flores
Que história irás contar?

Enquanto a arte pinta
O tolo borda
Não há quem sinta
O que há do outro lado da porta

Ultrapassar é preciso
E o tempo também
Um segundo e põe-se em risco
Uma eternidade refém

Fico analisando
A pobreza de cores nas almas
Enquanto o amor vai suavizando
Sublinhando seu toque com calma

Forma-se o quadro visível
Aos olhos que vislumbra cores
Mesmo tudo sendo incrível
Preferem dividir suas dores

Patricia Campos

 


 

 

Invisível

Acenei diante campo de visão
Gritei esperando que escutasse
Aperto no peito, dor no coração
Minhas preces acabaste

Invisível aos olhos mortais
Fracos e cegos
Sopros de restos fatais
Em tempos sem laços certos

Lar infinito não clama
Ampulheta que não cessa
Era asas em chamas
Pomba não regressa

Ouça canção e não fale
E volte depois para mim
Diga o que viste e se cale
Sem moral para que não haja um fim

Passeie pelo poema
Cantarole seu interno
Até decifrar o dilema
Que criaste em seu inverso

Lute pela vida
Ou por você
Nós, sabedoria
Triunfando como um ser

Voz a quem não tem
Essência da alma
Sou luz também
Mais alta alva

Tornou-me só
Moldaste o tempo
Sem letras e sem dó
Deixando-me invisível como o vento

Luiza Campos

 


 

 

Perfuma 

Aquela mansidão
Que conforta
O coração
Com doçura
E leveza…
Perfuma a alma!
Alan Rubens

 


 

 

Alaniano Poético

Talvez…

Talvez você sinta…
Coração falando segredos.
Gostosos quereres…
Alan Rubens

 


 

 

Alaniano Poético

Vício

Dores, sempre dores.
Espelhos enganam sentidos…
Olhares, súplicas.

Rose Rosário

 


 

 

Alaniano Poético

Alma triste chora.
sentida, amores perdidos .
Apenas ilusões.

Antonia Nery Vanti (Vyrena)

 


 

 

COISAS E LOAS XIII
SEM PÉ NEM CABEÇA

A nossa querida Baixada cultiva algumas expressões, que ainda lhes são próprias e “ninguém tasca”. Assim como o nosso belo sotaque. Reconhecido, logo que um conterrâneo “abre a boca”. Traços linguísticos fortes, que nos irmanam sobremaneira.
E, como é bom ouvir um dos nossos, principalmente quando nos encontramos distante de nosso “torrão natal”. Torrão natal, sim, senhor. Expressão, muito utilizada, ao se enaltecer a querida, saudosa e sagrada terra mãe. Verdadeiramente, nunca entendi bem o porquê. A palavra torrão remete-me, inexoravelmente, ao chão rachado, castigado pela seca inclemente. Seca que “bebe” o indivíduo por inteiro, com uma voracidade “fandanga”. Portanto …
Deixemos de coisas e loas. Abaixo as digressões. “Os papos furados”. “Os lero-leros”. Voltemos ao que interessa. Um passeio às expressões, que muito marcaram a nossa infância / adolescência. Mas que, infelizmente, vêm perdendo a sua pujança. Perdendo-se em uma “enfiada” de gírias sem graça. Um reflexo direto do “padrão linguístico”, que invadiu, e invade, nossos lares com o advento e o ataque maçante e massacrante da televisão.
Algumas ainda “sobrevivem, a duras penas”. Felizmente, ainda me perseguem. Assim, pego-me, invariavelmente, sorrindo de tantas “doidiças”.
Como ficar calmo, se a noite é cortada pelo som amaldiçoado de uma “rasga mortalha”? Chega a dar arrepio. “Pra lá, com tanto agouro”. “Rasga mortalha?!” Certamente, já não assusta mais, pois cientistas, que somos, desconectados da simplicidade do dia a dia, não temos prova científica, cabal, de tal fenômeno. Mas, verdadeiramente, ainda me “arrupio” todo, quando a minha inquilina, que se hospeda no pé de azeitona, em meu quintal, faz-se presente por volta das 8 da noite, de quase todo dia. Confesso que ainda rezo uma apressada Ave Maria. Busco anular todos os fluidos negativos, imanados de tão desagradável chirriar. E que a Mãe Santíssima me proteja!
E já que estamos em “tempos difice”, como não mandar “para a caixa prego”, ou “para a baixa da égua”, ou “pro cu do mundo”, uma visita que não consegue “frear” a sua fome, que “come mais que uma firida braba”? Até parece ressaca de um “rabo de raposa”. Ou “está com o miolo mole”, ou “roda mais que juízo de doido”, ou esse “filho de seiscentas éguas” não tem educação. Esta máxima última inquieta-me ante a impossibilidade de tal façanha. Se fosse, pelo menos, seiscentos pais d’égua … Que raciocínio “horrive”! Até parece o raciocínio de “quem muito se abaixa … o fundilho aparece”. Ah, baita palavra. Fundilho. Fascinante palavra. Palavra “terrive”!
Verdadeiramente, “perdi o fio da meada” e “fiquei sem mel e sem cabaça”, enquanto o ferreiro improvisava “um espeto de pau”, pois “quem encontra besta, não compra cavalo”.
Até a “fauna” divertia-se no “baixadês”. Não duvide da fauna. Ironizava, zombava, depreciava. Senão, como explicar a referência a um indivíduo como “um besta quadrada”, ou “um cavalo batizado”, ou “um pato”, ou “um cachorro sem dono”, ou “um traíra”? Eita, fauna danisca, que fazia do sujeito “um peixe fora d’água”, mesmo quando “nadava como uma piaba”, para “cair na vida” “como um patinho”. Isso num tempo, em que o simples falar simples não gerava processos. Agora, tornou-se uma “chatura” só.
E, não parava por aí, afinal, quem aguentava alguém “com um olho de gato ladrão”, de “nariz impinado”, “só querendo ser o que a folhinha não marca”, “rinchando” para sorte, com uma malta a lhe seguir “como um cachorrinho”? Só se fosse “truvo das ideias”, “um verdadeiro besta”, para “colocar o rabo entre as pernas” e ir ajudar “a porca torcer o rabo”.
Assim, tantas e tantas outras expressões, servem para traçar a mais pura identidade linguística de nossa gente. Identidade linguística, que me apresentou o cúmulo do analfabetismo, quando ouvi alguém se referir a um semelhante, afirmando que “não conseguia fazer o zero, nem quando sentava nu na areia”. Que absurdo de sentença! Que raciocínio! De tal “sentença”, posso inferir duas “sentenças” (sic). O indivíduo estava doente. “Não de todo doente”. Mas, terminantemente doente, no tocante ao conhecimento, acadêmico. E, que “lindeza” de construção! Quanta semântica envolvida.
Enfim, um texto “sem pé nem cabeça!”

Zé Carlos

 


 

 

Entre as Dúvidas dos Sentimentos

Será que é preciso chorar pela realidade de um amor não vivido?
Será preciso esconder a tristeza num breve sorriso?
Como conter uma lágrima de saudade que no tempo ficou e se perpetuou.
Sua lembrança traz o perfume suave das minhas mais doces aspirações.
Trago-te sempre entre suspiros nessa alma inquieta e apaixonada.
Esquecer talvez seja preciso, mas a memória desse amor carregarei sempre comigo.
Rita Santarém

 


 

 

O que não falta
Na vida são pessoas
Diversas:
Loiras
Morenas
Mulatas
Baixas
Altas
Medianas

De todas as maneiras
Formas
Pensamentos
Idéias
Sentimentos
Alma
Assim caminha
A humanidade
O universo

Pessoas sinceras
Pessoas falsas
Pessoas bondosas
E pessoas maus…
De todas os tipos
E pessoas que são
Elas mesmas

Na essência
No amor
No carinho
Pessoas que todos
Gostaria de se doar
De se amar
De se dar totalmente.
Ainda existe Anjos

Ao nosso lado
E no nosso caminho.
É felicidade saber
Que nunca estaremos
Simplesmente sozinhos.
ANNE SILVA

 


 

 

Coração de poeta

Coração de poeta
Tem muitas portas e janelas
Estão sempre abertas…
O encantamento entra,
aninha-se confortável
colorindo-se da cor do amor…
E a poesia pendura-se do teto
até o chão
desenhada de olhares, sorrisos
sedução… nas asas da imaginação!

Olema Mariz

 


 

 

POUCO ME IMPORTA

Te digo pouco importa
Se agora tu reclamas
Nunca esqueça que jogou
O nome de alguém na lama?
Dizendo que a amava
Conseguiu levar pra cama.

E então hoje não importa
O que ali aconteceu
O que importa é que logo
Você desapareceu
E enquanto eu te procurava
Você de mim se esqueceu.

Enquanto se divertia
Longe em outra cidade
Eu tentei te esquecer
Mas tocada pela saudade
Foram noites de angústia
Por um infeliz e covarde.

Hoje volta me dizendo
Que está arrependido
Acha que sou insensível
Escute aqui meu querido.
Procura alguém que te queira.
Não quero papo contigo.

Maria Gorete Casagrande de Souza

 


 

 

TOQUE
(Autora: Elza Melo)

Toque no seio
Sem receio
Toque em você
Para viver
Toque de ternura
E com bravura
Toques…
Da prevenção
Sem lenços
Sem náuseas
Sem lágrimas
Apenas toques de amor
Carícias sem dor
Com sorrisos coloridos
O rosa mais bonito
De um outubro que ficou
Seio que alimenta
Seio que sustenta
Seio acolhedor
Seio feminino
Com seu lindo destino
De ser a mais bela fonte de amor.
* poema dedicado a todas as mulheres.

 


 

 

“AS CIGARRAS FESTEJAM A QUASE CHUVA

Deveria ser uma manhã calma de domingo,
Mas despertei com as oscilações do ventilador
E logo entendi o que já era previsto, interrupção
Do abastecimento de energia elétrica.

Ao perceber que ainda poderia receber flores,
Acalmei a mente e notei que do céu
Escorria um suave borrifo de amor,
Contrariando os meios de comunicação.

Continuo de sentidos aguçados e percebo que
As cigarras festejam a quase chuva.
Querem fazer primavera, ainda que tudo
Se revele contrariamente à estação das flores.

Dentro de pouco tempo percebo que a água
Também acordou preguiçosa e, um mísero
Fio líquido, escorre para lembrar que
Também faz parte de um desequilíbrio.

Lanço um olhar investigativo e vejo a agitação
De um guarda de banco com um olhar de desamparo
Lançado ao celular sem bateria,
Mas, por aqui, basta um telefone sem fio…

Que já é suficiente para uma justa comunicação.
Acalmo os pensamentos quando entendo que será
Um domingo incomum e preencho de esperança o meu coração.
Quiçá alguém entenda que a natureza clama por atenção!”

Marli F Freitas A Poeta de Minas Gerais

 


 

 

Não Esqueça

Nunca esqueça que você pode:
– começar aos 56
– falhar aos 57
– começar de novo aos 58
– não se dar tão bem
– melhorar
– ser diferente de todo mundo
– errar em algumas escolhas
– reencontrar seu caminho
– começar de novo aos 60 e ainda ter ou não ter sucesso.
– faça tudo com amor, força, fé e com muita diversão e arte.
Sua idade é só um número.

Jorge Passinho

 


 

 

Alaniano Poético

Pureza

Você pura, dócil
Quero-te vistosa roseira
Beleza Natural.
Nilde Serejo

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