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Fluindo

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Fluindo 

 

Dentro de nós
Fluiram sentimentos
Como um poema
Cheio de emoção
Encantos só nossos
Fragmentos de paixão
Versos e métricas em paralelo
Com os nossos corações

Sentimentos e emoções
Envolvendo situações
Na composição do poema
Onde o amor é o tema
Que vai fluindo a cada dia
Fortalecidos em sintonia
Num abraço gracioso
Tão lindo e precioso.

Conceição Maciel e Alan Rubens

 


 

 

Existe Deus
O céu
A natureza
Os passarinhos
Os animais
Os mares
O nosso coração
As estrelas
Não estamos sós
Estamos conosco
E a nossa fé
Anne Silva

 


 

 

Lua Crescente

 

Quando eu olho para lua crescente
Enfeitando o Céu estrelado
Nessa estação tão florescente
O mundo fica mais irradiado

Com o seu sorriso reluzente
A sua magia surreal
Inspirando o nosso continente
Nesse anoitecer especial…

Tão linda lua crescente
No céu brilha tão plena
Admirar – te é um presente
Nessa noite tão serena

Mas é tanta harmonia
Que vem a inspiração
E aproveito essa calmaria
Para criar uma canção.

Mary Sol Sousa e Alan Rubens

 


 

 

Primavera 

 

Primavera chegando
E a todos encantando
Ricamente colorida
Tão cheia de vida

Parecendo uma tela
A beleza da primavera
Enche – nos de inspiração
E de leveza o coração

As flores dançam e bailam
Ao som da brisa serena
Que chega deslizando
Anunciando a primavera

Em cada jardim
Nasce uma emoção
Para ser cultivada
Em cada estação.

Alan Rubens e Geovania de Jesus

 


 

 

Contemplação

 

Na janela te espero
Contemplo o pôr do Sol
Sinto a brisa do luar
Nutro esperanças

E nessa contemplação
O tempo,tão pleno, passa
A vida enche – se de graça
Acariciando o coração.
Bruna Silva e Alan Rubens

 


 

 

Meu Dengo

Oi meu bem
Um abraço agora cai bem
Ficar colado nos teus braços
E não desejar mais ninguém
Sabe que gosto do teu cheiro
E me arrepio quando o vejo
Querendo te abraçar.
Chegue mais meu dengo
Vem descobrir meu segredo
Falarei baixinho no ouvido
Para te arrancar suspiros
E matar meu desejo de ti.

Nilde Serejo

 


 

 

Camaquiano

Amor reciclado
experiências vida
subidas descidas
Olhar maduro
Rita Soares

 


 

 

VIVER

Quais as histórias sem livros, nas ruas do tempo?
Sonhos de amores platônicos, atônitos que de tudo acontece.
Barra de saia, perna de calça fora,sutiã lingerie vermelho, preto, dama, senhora jovem ou velha, menina afoita
Que saída moita, finge de santa, cantiga melosa e diz que é prosa. Homem diz que é orador, por traz do manto,pecador.
Pescador não de alma, de sexo sem nexo, sem amor, amor diluído, iludido, acha – se feliz. Homem embusteado por si.

Adele Pereira

 


 

 

Seguindo

De poema em poema
De verso em verso
Introspecto_me
Reviro_me pelo avesso
Buscando_me por inteiro
Volto à tona, inebriada de emoção.
Busco o caminho do
Sol
Vejo_o distante
Varando as nuvens multicoloridas em busca de mim…
Vejo_me nele
Realizo_me na luz,
Amanheço!
Afago_me o coração
Num momento sublime de prece.
Volvo_me a Deus
Me curvo, me humilho
Em busca da Fé, da Paz e do Perdão.

Aldemira Aguiar

 


 

 

O carma não era pra ela
Era pra eles!
E eles não diziam nadinha
E viviam numa salinha
E falavam baixinho
Atrás da entrelinha
E olhavam a estrelinha lá no céu
Que sorria caladinha
Mudinha de tudo
E não ousou contar pra eles
Que seus olhinhos estavam brilhando
Como estrelinhas no céu

Bastaria eles acreditarem
Nas coisas que olhavam
E crer na palavra,
E brincar de viver..

E crer no que viam
Antes que as estrelas se apaguem
E os insetos se calem
E as águas salguem
E o viveiro morra

Porque nada socorre o homem
Quando ele cala a palavra
E vive como algo que não acredita
E acha que a vida é um saco de pancadas

Vera Mascarenhas

 


 

 

Por dentro eu (mudo)

Por dentro eu mudo
Mudo de coração
Não falo e mudo
Como um tom silenciado na canção

Eu mudo de cor
Mas mudo sou
Não explico o amor
Sentindo o que vingou

Passos calados
Calaram-se por dentro
Oceano emaranhado
Em rochas sem tempo

Buscar pedra bruta
Que lapidarei para meu eu
Sendo enfim esmeralda na luta
Preciosidade no breu

Mudo eu, para mim
A ti também
Eternidade não vê fim
Vê as quebras que a tem

Eu, por dentro (mudo)
Soando apenas o nada
Admirando o mundo
Que é minha casa

Tirando velhas barragens
Atravessando grandes pontes
Entendendo as miragens
Desconstruindo falsos montes

Sendo eu, mudo enfim
Mesmo ao mudar
Sempre serei assim
Calado para raciocinar

E em simples frase
A vida tocou-me em temperança
Por isso sou metamorfose
Transformando-me conforme a dança

Luiza Campos

 


 

 

Preencher a alma

Consciência, campo ilimitado, não se pode medir sua largura, profundidade, pois ela é infinita, assim como infinito do céu. Se diz que o reino de Deus cabe dentro de nós, isto é, dentro das nossas consciências e olha que a sabedoria de Deus é incalculável, é uma inteligência que ultrapassa o além dos céus. Deus é simples, tanto é que Ele nos mostra somente o que é necessário para andarmos dentro do seu propósito realizando a sua vontade, pois sua porção já está em nós e é desta porção que precisamos nos fazer entendidos, nesse momento não nos é necessário conhecer todo o mar, basta nos certificarmos da quantidade que temos, que está no espírito de Deus, é nele que está tudo que a nossa consciência precisa saber para chegarmos ao reino celestial. Esta porção da vida é mais que o suficiente para preenchermos a alma da essência de Deus, pois o Pai e o filho são apenas um e quem se inteirar do filho também chega ao Pai e se faz conhecedor de toda a riqueza e sabedoria do plano espiritual. Por isto a consciência precisa se permitir, precisa desbravar-se para conhecer-se mais profundamente e enxergar de verdade quais são as suas vontades, desejos, intenções e logicamente ver também o que à tira do senhor, prestar atenção nos pensamentos, nos atos, no que fala a boca, no caminhar, no que há dentro do coração e enxergar as próprias ligações para que se posicione e determine a lutar contra os espinhos plantados na alma.
O mar é profundo e largo e precisamos nos equiparmos do senhor para mergulharmos dentro de nós mesmos, pois há muito o que conhecermos e descobrirmos tanto de nossa consciência quanto de Deus…

Maria Lúcia

 


 

 

Sociedade tóxica

Miolo apodrecido
Um interno que corrompeu
Como rasgo no tecido
O amor em si se fendeu

Ficando apenas o soslaio
De forma soberba em cobrança
A esperança é como raio
Talvez atinja a criança

Ela precisaria crescer só
Longe desta humanidade
De olhar este campo dá dó
Tamanha tóxica sociedade

Os dedos do mal apontam
Os sujos que tentam limpar
Apenas dinheiro contam
Mas o dia do bem não hão de contar

Não se pode dizer
Que há uma maçã podre neste meio
Que as outras irão perecer
Se o problema está no inteiro

Quiçá encontre uma que se salve
Dá até preguiça de procurar
Se houver peço-lhe que acalme
O garimpeiro celeste irá lhe encontrar

Não perca tempo
Vá ao seu encontro
Nesta terra só lamento
Lugar de sonho e encanto

Eis o motivo de tantas barbáries
Uns querendo ser mais
Verdadeira intempérie
Não conseguem ser iguais

Até seus brotos
Conseguiram intoxicar
Infância entre traumas remotos
Nem viveu e já vai suicidar

Dano irreversível
Maléfico e perigoso
Sociedade irrepreensível
Tóxico venoso

Passam por suas veias
A maldade disfarçada
Enquanto sua centelha
Segue no imo apagada

Patricia Campos

 


 

 

Vim e venci

Quero andar no caminho do meu salvador
E chegar a minha vida eterna
Desfrutar os bens de Deus e todo seu amor
Dizer como um guerreiro: vim e venci, cheguei na minha terra

Segurei a espada da palavra nas mãos
Derrotei todos os inimigos meus
Fiz como Davi, meu irmão
Que matou o gigante com as próprias mãos

Fizeram dele um rei divino
O mesmo poderoso de Jacó
Agora eu estou aqui olhando para o outro lado do infinito
Querendo desvencilhar desse pó

Quero estar entre os querubins
E levar o meu coração a Deus
Pai eu também estou aqui
Que felicidade estar entre os meus

José Carlos

 


 

 

Florescer

Enquanto temos a vida é porque a vida está nos acenando, ela nos acena de todas as formas, pela beleza do florescer, pelo nascimento de uma criança, pelas águas que descem da cachoeira, pelas águas do mar, até pelo latido de um cachorro, por tudo que tem a mão de Deus, vemos a vida nos acenando. A vida sempre está nos convidando a entrarmos em nosso abissal e enxergarmos de fato tudo que está no nosso mais profundo, o espírito está lá dentro, com suas mãos estendidas só esperando a consciência reconhecê-lo para conscientizá-lo. Devemos sentir o nosso espírito ao ponto de deixá-lo nos conduzir, ele também precisa ser tocado por nossa consciência para que ele sinta todo o nosso amor por ele. É uma troca, uma reciprocidade, a consciência precisa fazer a parte dela, que é se entregar ao espírito, se doar a ele, só assim ele começará a fazer toda a obra de Deus dentro dela. Só assim floresceremos o amor, a paz, a mansidão, a paciência, o domínio próprio. São estas sementes do amor que a consciência deve plantar dentro de si para que seus frutos sejam todos de prazer na alma e automaticamente prazer nesta porção do espírito que habita dentro de cada um de nós, pois a consciência pelo espírito se torna um, um só corpo, uma só cabeça, a simetria perfeita de que Deus espera de cada consciência.

Katia Campos

 


 

 

Regam a dor

Não há necessidade de regar a dor, sendo que a verdade do propósito da vida esta aqui para nos libertar de todo tipo de engano, que não deixa a consciência se encontrar para enxergar a vida que está ao seu lado, estamos em pleno finais dos tempos presenciando a correria que o mundo se tornou e esta correria rega todos os sentimentos que causam dor na consciência, o único remédio para isto seria a compreensão e prática verdadeira do propósito da vida, pois só assim evitaria a dor eterna sem fim, Deus não é difícil de compreender mas depende do querer da consciência, pois se ela mesma não enxergar isto não tem nada que evite de cair no abismo.

Lauro Balbino

 


 

 

Família vida

Sobrenome que resplandece
Iluminando o coração
Ventre sábio se enobrece
Torna-se verdadeiro irmão

Sangue real
Linhagem ligada ao céu
Permeia grande temporal
Adentra interior do véu

Transpassa plano do pó
Concluindo grandiosa jornada
Desatou cada nó
Célula viva adornada

Família vida
Semente celestial
História vivida
Caminho racional

Encontro esplendoroso
Almas tão brilhantes
Imo valioso
Não se apega em instantes

Um só corpo
Um só entendimento
Ficou para trás o que é morto
Cessou contagem do tempo

Campos floridos
Clima de liberdade
Tons perenes coloridos
Existência da majestade

Família vida
Semente celestial
História vivida
Caminho racional

Michele Mi

 


 

 

Nos trilhos

Nos trilhos da vida
Já me perdi muitas vezes
Nas asas do sonhos impossíveis
E do alto do meus voos
Olhava o caminho sem vontade
De voltar a realidade
Até que por fim
Uma luz iluminou os trilhos
Refletindo todo amor que neles estavam
Vi-me de alma nua e coração aberto
E a capacidade de amar tão verdadeira
Que mergulhei nela por inteira
E segui assim plena de afeto
Amando muito e recebendo amor
Abençoando essa chama
Que pelos trilhos da vida me acompanha
É minha estrela, minha alegria, meu mundo
Minha poesia!

Olema Mariz

 


 

 

Alaniano Poético

Prevenção

Uma boa ação.
Conversar, distrair ajuda!
Salvando pessoas.

Rose Melo

 


 

 

SONETINHO III

Um dia
Fugi
Tão cheio
De mim

Sério
Calado
Bem triste
Zangado

Eu era
Um besta
A ver

Bem longe
A vida
Morrer.

Zé Carlos

 


 

 

SONETINHO IV

ah, lua
tímida
temente
morena

cativa
navegas
em mar
de vagas

querentes
famintas
ardentes

pedintes
iradas
ferventes.

Zé Carlos

 


 

 

SORRINDO…

Quando tua voz calou,
Eu quis ir embora,
Te esquecer…
Mas meu coração não deixou…
Quando você parou de sorrir,
Eu quis chorar,
Mas a esperança
Me fez seguir…
Quando você se afastou,
Eu quis fugir,
Meu coração,
Mais uma vez, quis gritar
Me fez te esperar,
E eu escolhi sorrir!

Silvania M. Kaminski

 


 

 

MULHER!…

E no calor dos abraços.
Nos afagos e nos beijos quentes,
nos açoites do corpo molhado,
safado de desejos eloquentes,
Na entrega,
desfalecendo aos toques das mãos, dos dedos, da boca e da língua rompendo, abrindo caminhos,
Aflorando líbido,
serpenteando tesão,
carinhos transloucados, provocantes.
Neste frenesi.
Sentindo o cheiro.
Provando do gosto.
Delirando com sabor do suor misturado a sexo.
Enlouquecendo, querendo mais, buscando.
Entrelaçando corpos.
Embriagada neste aroma,
clima de sedução, excitando ao olhar atrevido que desnuda a alma pervertida.
Com voz envolvente de malandro que canta e encanta.
Fascinada, desmontada,
perdendo a razão,
a postura.
Revelando safada e indecente.
Provocante, acendendo pavio.
Nasce….
Furacão.
Explosão em mulher.
Em quatro paredes.
No rola rola, o vale tudo.
Boca com boca.
Na cama fatal e vadia.
De conquistada a
conquistadora,
rouba coração.
Prendendo o malandro, no calor,
no aconchego dos braços.

Maria de Lourdes da Costa

 


 

 

Alaniano Poético

Voando

Sonhe, busque, tente…
Voando encurte caminhos.
Conquiste lutando.
Alan Rubens

 


 

 

Não se resolve com brigas nem ofensas os problemas gerados pela falta de caráter e vergonha das pessoas que nos cercam.

SuelySaad

 


 

 

Amor, Força que Surpreende

O amor pode transformar, inibir, iludir, encantar, resistir, ir e vir.
O amor faz sorrir, chorar, esperar , seduzir.
É uma infinitude de doces e amargas emoções.
É uma força que surpreende até os mais céticos, os mais prepotentes.
O amor simplesmente mostra sua maravilhosa trajetória num peito desavisado e carente.
Os mais fortes o acolhem e respeitam.
Os mais fracos não o compreendem.

Rita Santarém

 


 

 

Soneto da Ilusão

… Já corri, quase voei para alcançar
Aquela brisa suave que de mim queria fugir
Com sofreguidão desejei a felicidade abraçar
Percebi a chuva cair, o jardim não florir.

… Enfrentei temporais, equilibrei-me na tristeza
Sequei lágrimas com lenço das lembranças
Do brilho das estrelas o céu me escondeu a beleza
Apressei-me, às escuras viajei, perdi-me nas andanças

… Pressenti alegrias em mim quase de perto
Desenhei o mapa da busca em lembretes de ilusão
Na viagem perdi os trilhos, desembarquei no deserto.

… Sempre a querer agradar meu coração
Perdi o trem da minha vida por distração
Ao procurar o sol, não percebi o céu encoberto.

Marilda Sampronha

 


 

 

“O AMOR NÃO PRENDE, LIBERTA

Não guardo reservas de amor. Onde pousa o meu olhar, ali também está o meu coração. Se preciso for eu danço, canto, faço firulas, luto e moldo as palavras para que seja ouvida a minha voz. Somente por amor eu clamo e proclamo. Mas a vida tem ciclos e minha alma, distraída, ignora incertezas e despedidas. Diante da cumplicidade, muitas vezes, palavras são desnecessárias. Assim sorri e chorei diante da vida, tendo os meus filhos como, principais, testemunhas.

Era chegada a hora da partida, que, literalmente, partia meu coração. Porém, mantinha a cabeça erguida e sustentada nos objetivos, que nada tinham a ver com cuidar de mim, apenas da prole. Depois de sucessivos desafios, a vida não estava fácil para o meu primogênito, que, apesar de uma carreira promissora como advogado, tomou a precisa decisão de fazer um desvio de rota. Planejou e arquitetou tudo em segredo para evitar o meu sofrimento.

Quando tudo já estava encaminhado, meu instinto materno já conhecia a verdade. A distância que nos separava, fisicamente, que era de apenas 55 km, mas o suficiente para fazer sangrar o meu coração, agora seria de 17.360 km, aproximadamente. Levando em conta que a circunferência da Terra tem 40.075 km e que estou no, quase, coração do Brasil, o meu primogênito estaria do outro lado do planeta.

Havia se casado com a primeira namorada que é neta de um japonês, portanto, SANSEI – terceira geração de imigrante nascida no Brasil. Traçaram planos sólidos quando se inscreveram num programa de resgate de descendentes fora do Japão. Submeteram-se às regras e avaliações até que, finalmente, estavam aptos a se estabelecerem no país com direito ao trabalho, moradia e prosseguimento dos estudos. Finalmente veio a confirmação das minhas suspeitas e a constatação, difícil, de termos apenas alguns poucos dias para despedidas.

Incrivelmente sou a prova viva de que o amor não prende, liberta. Era um voo tão lindo que me perdi na contemplação mágica de vê-los alçando voo em busca de um sonho, que já vinha firmando raízes desde a sua primeira infância, quando vivia imerso no mundo fantástico dos games japoneses.

Desde sempre a sua madrinha dizia que éramos parte de uma mesma essência, onde as coisas não acontecem nem antes e nem depois, mas na hora exata. Já havia cumprido parte importante na minha vida. Sim, foi o seu olhar de aprovação e incentivo que me levou ao primeiro livro Fase Poética – Um Olhar Doce Pela Vida. Percorremos juntos da gestação ao lançamento do meu primeiro livro.
Assim coroamos a nossa existência na vida um do outro. E não há nada que produza mais satisfação ao ser humano do que o sentimento de cumprimento de uma missão. Não construímos os nossos castelos na areia, edificamos em rocha densa e bem direcionada, de onde é possível contemplar o caminho e descansar na paz do dever cumprido.”

Marli F Freitas / A Poeta e Escritora de Minas Gerais

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