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PINHEIRO

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capa

Baixada Maranhense: Pinheiro

 

 

 

 

PINHEIRO ORIGINOU-SE DE UMA FAZENDA, fundada pelo Capitão-Mor Inácio José Pinheiro que, pela ausência de pastagens em Alcântara, onde era estabelecido, buscou um local que melhor atendesse às necessidades do rebanho. Após percorrer a região por vários dias, encontrou um Cedral originário de Guimarães, cujo território anteriormente ocupava, sendo desmembrado em 1964, através da Lei Estadual nº.  2378 do mesmo ano. Deste modo parte da história do município está contida na história de Guimarães e, por extensão, na antiga Capitania de Cumã, sendo os primitivos habitantes descendentes de índios tupinambás, colonos de Portugal e Açores cuja ocupação por parte deste consta de aproximadamente 1760.

Estes colonos brancos estabeleceram-se em glebas de terras próximas a cursos d’água encobertos de vegetação ciliar característica de floresta pré-amazônica, de onde surgiram as primeiras fazendas e engenhos para o fabrico de açúcar. A terra fértil, a abundância de nascentes, o clima úmido propiciaram as lavouras de algodão, mandioca e cana-de-açúcar e a criação de gado, que careceram de mão de obra escrava, fato que hoje se comprova através de povoações quilombolas e afro-descendentes no município. Ao longo dos anos a miscigenação foi inevitável, a população indígena foi totalmente extinta, restando apenas descendentes mestiços; brancos são minoria, negros e pardos formam a maioria da população.

A sede do município provém da antiga póvoa de Muinaréu datada, conforme Diário do Maranhão e IBGE, da década 1910. Elevada a distrito territorial de Guimarães pela lei estadual nº 269 de 1948, assim permanecendo até a alteração toponímica em 1964, quando da criação do município de Cedral, cujo nome atual atribui-se ao fato de os antigos moradores alegarem haver grande número de árvores de cedro no lugar. Entre os fundadores e suas famílias, citamos os Passinhos, descendentes de Jacinto Rosa Passinho; os Seguins, descendentes do capitão José Serrão de Albuquerque Seguins, criador de a vasta planície, apresentando grande lago e, mais ao longe, espessa mata. De imediato, Marques, em artigo inserido no Publicador Maranhense, no mês de setembro de 1868, sob o título “A Freguesia de Pinheiro”, o povoamento da região foi promovido pelo capitão-mor de Alcântara, Inácio José Pinheiro, rico fazendeiro que ali havia chegado em busca de melhores e mais amplas pastagens para seu numeroso rebanho, sendo seguido por outros criadores que igualmente não vislumbravam possibilidades de desenvolvimento da pecuária nos insufi cientes campos alcantarenses. Incomodados com o estabelecimento de Inácio José Pinheiro no lugar em que hoje está a cidade que viria a ser denominada pelo seu sobrenome, os índios que viviam nas vizinhanças foram a Alcântara apresentar queixa ao comandante da fortaleza de São Matias, que lhes deu razão e encaminhou representação ao marechal Bernardo da Silveira Pinto da Fonseca, então governador do Maranhão.

Esse episódio, ocorrido em 1819, resultou em censura do governador ao capitão-mor, não aceitando aquele que este houvesse ingressado em território pinheirense apenas para fundar uma fazenda. Desgostoso por ser acusado de incitar a ocupação de terras indígenas, Inácio José Pinheiro faleceu em março do ano seguinte. A maior data da história de Pinheiro é, sem dúvidas, a de 2 de setembro de 1856, quando, por força da Lei Provincial Nº 439, o povoado surgido cêrca de 38 anos antes foi elevado à categoria de vila. Em 1862, Pinheiro teve sua primeira Câmara e, a 30 de março de 1929, pela Lei Nº 911, foi elevada à categoria de cidade. Entre os ilustres filhos da terra, a que se dá o gentílico de pinheirenses, destaca-se o político e escritor José Sarney, atual senador pelo Estado do Amapá, membro da Academia Maranhense e da Academia Brasileira de Letras, ex-governador do Maranhão e ex-presidente da República.

Significado do nome – Homenagem ao capitão-mor de Alcântara, Inácio José Pinheiro, rico fazendeiro que ali havia chegado em busca de melhores e mais amplas pastagens para seu numeroso rebanho. Distrito criado com a denominação de Pinheiro, pela lei provincial nº 370, de 26-05-1855, subordinado ao município de Guimarães. A cidade de Pinheiro foi elevada à categoria de vila com a denominação de Pinheiro, pela lei provincial nº 439, de 0309-1856, desmembrado de Guimarães. Sede na atual vila de Pinheiro. Constituído do distrito sede. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila aparece é constituído de 3 distritos: Pinheiro, Bom Viver e Pacas. Elevado à condição de cidade com a denominação de Pinheiro, pela lei estadual nº 911, de 30-03-1920. Pelo decreto estadual nº 268, de 19-04-1932, o município de Pinheiro adquiriu o extinto município de Santa Helena.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Pinheiro e Santa Helena. Não figurando os distritos de Bom Viver e Pacas. Pelo decreto nº 919, de 3009-1935, desmembra do município de Pinheiro o distrito de Santa Helena. Elevado novamente à categoria de município. Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído do distrito sede. Pela lei estadual nº. 269, de 31-12-1948, é criado o distrito de Roque e anexado ao município de Pinheiro. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Pinheiro e Roque. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

LOCALIZAÇÃO – Localiza-se na microrregião da Baixada Maranhense, mesorregião do Norte Maranhense. Pinheiro tem uma  área de 1.559 km². Origem do município Com dificuldades para adquirir pastos suficientes para seu gado, que era bastante, tanto é que na O Capitão-Mor Inácio José Pinheiro, até então residindo em Alcântara, vai em busca de outras áreas da pastagem. Monta no seu cavalo, convida seus “pajens’’ e os homens que trabalhavam com seu gado, saem em busca de outras pastagens.

Atento na sua pesquisa encontrou o ambiente propicio para se instalar, foi exato, às margens do Rio Pericumã. Além da falta de um local apropriado para abrigar os bovinos, um dos motivos mais forte que levou esse homem destemido a se instalar definitivamente em outro lugar foi evitar conflitos com uma outra fazendeira, de nome Dona Maria Rosa. Esta por ter um irmão bacharel, em Coimbra, se julgava com o direito de possuir todos os tesos e baixos dos campos de Tubarão. Acompanharam com ele logo após a sua chegada, outros fazendeiros. Vários prestadores de serviços e lavradores se localizaram perto das fazendas. Formaram-se assim vários agrupamentos, dos quais os maiores não tinham mais do que cinco fogos e todos reunidos não contavam 200 almas

O município de Pinheiro teve as seguintes, denominações: Lugar de Pinheiro, Vila de Pinheiro, e até os dias atuais “Pinheiro’’, tudo por causa de seu fundador o Capitão-Mor Inácio José Pinheiro.

SÍMBOLOS MUNICIPAIS

O Brasão foi criado pelo professor Nelson de Jesus Nogueira, através da lei Nº 748, de 30 de Maio de 1986, na administração do prefeito Pedro de Sousa Lobato.

BANDEIRA DE PINHEIRO

Em 1973, a pedido do Prefeito Fidadelfo Mendes Filho, foi realizada uma campanha junto aos estabelecimentos de ensino, a fim de obterem sugestões sobre o modelo da bandeira para o Município. Entre os vários modelos, a Câmara Municipal escolheu o que foi apresentado pelo Colégio Pinheirense. No dia 04 de Junho de 1973, o prefeito enviou ao Legislativo Municipal o Projeto Lei Nº 472*73, com a finalidade de criar a bandeira do município. Em 8 de Junho de 1973, por unanimidade de votos, a Câmara aprovou o referido projeto.

Com a sansão do Prefeito, ficou assim instituída a Bandeira através da Lei Nº 441/77. Hino O hino municipal foi oficializado na administração do prefeito Filadelfo Mendes Filho, pelo Decreto Nº 002/73, em 29 de Agosto de 1973. A letra e a música são de autoria do Padre Pedro Tidei, missionário do Sagrado Coração.

ASPECTOS ECONÔMICOS – Privilegiada geograficamente, rica em terras férteis para diferentes cultivos, além de dona de uma significativo potencial turístico. Pinheiro possui riquezas naturais que são: o babaçu, madeiras de lei, peixe e caça e campos de pastagens são suas principais riquezas naturais. Cidade de Pinheiro/MA. População e Estatísticas

O RIO PERICUMÃ – As águas do rio pericumã são utilizadas para o abastecimento da população após serem tratadas pela Caema, e delas são tirados os pescados, fonte principal de alimentação Pinheirense. A população ribeirinha o utiliza como meio de transporte diariamente, lanchas motorizadas, com horário de chegada e saída para diversas localidades circunvizinhas.

HIDROGRAFIA – O clima do Município é tropical, quente e úmido, sendo que a zona da chapada oferece clima mais ameno. As estações do ano são apenas duas – inverno- vai de janeiro a junho e o verão – de julho a dezembro; Limite – Limita-se ao norte, com os municípios de Santa Helena e Central, ao Sul com Pedro do Rosário e Presidente Sarney; ao leste com Bequimão, Perimirim, Palmeirândia e São Bento e, a oeste, com Presidente Sarney e Santa Helena; Relevo – A cidade de Pinheiro apresenta topografia variável. Com campos altos e baixos e cobertura vegetal de matas, cerrados. Campos, chapadas e matas de cocais.

Pinheiro. Gentílico: Pinheirense

DADOS GERAIS – A população total do município é de 81.924 habitantes, de acordo com a estimativa do IBGE (2016). Sua área é de 1.513 km² representando 0.456% do estado, 0.097% da região e 0.018% de todo o território brasileiro. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro é de 0,639, segundo o IBGE (2000). Endereço da Prefeitura: Praça José Sarney, 560 – Centro. CEP: 65.200-000. Área Territorial: 1.513 km². Ano de Instalação: 1856. Microrregião: Baixada Maranhense. Mesorregião: Norte Maranhense. Altitude da Sede: 15 m. Distância à capital: 339 km.

Fonte: Guia do Maranhão 2017

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