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Prosear em versos

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Prosear em versos

 

Ouvi no cântico do passarinho
Uma rima muito especial
Tocou no profundo do meu ninho
Saiu virtude do celestial

Som doce aos meus ouvidos
Timbre aveludado
Tons bem vestidos
Expressando sentimentos guardados

Linhagem da nobreza
Simplicidade de encantar
Amor advindo da realeza
Fez minha alma levitar

Prosear em versos
Monólogo diário
Prazer do meu universo
Sabedoria do meu relicário

Doses de inspiração
Fonte de bem querer
Chama viva do coração
Que dissipa todo sofrer

Partilha do bem
Sementes infindas de luz
Plantar sem ver a quem
Lume que nos conduz

Poesia da vida
Manjares que sustentam
Alma colorida
Palavras que acalentam

Prosear em versos
Monólogo diário
Prazer do meu universo
Sabedoria do meu relicário

Michele Mi

 


 

 

De devassa a bandida
minha alma perdida
contente e doente
Pula vadia nas noites vazias..
Contando semente
Na noite que ardia
Tal mente que mente
Qual senha indecente

Vera Mascarenhas

 


 

 

Alaniano Poético

Brasil, povo herói.
Formoso gigante límpido.
Brilhante varonil.

Rita Soares

 


 

 

A ARTE DE VIVER

 

Na mão mansa de cuidados,
Na mão farta de amor,
Não pode faltar a dor.

Temperando a vida
Com mansidão e bravura,
Vitórias e derrotas.

Quase sempre, indignação
Apegada à esperança
Aguardando chegadas e partidas…

Contemplando, altruísta, as dores
Vencidas e por vencer, que
Confrontam valores e definem destinos

E para viver é necessário
O equilíbrio consciente
Para superar os obstáculos

Não podemos esquecer
Nessa caminhada da vida
O respeito e a humildade

A vida é uma graça divina
Onde os encantos fascinam
Mas os cuidados são importantes

Lutar , não desistir , buscar
E a cada degrau alcançado
Não esquecer de agradecer.
Marli F Freitas e Alan Rubens

 


 

 

Um Amor de Alma

Preciso de um amor que me queira mostrar mais a alma que o corpo.
Preciso abrigar-me em seu peito, vislumbrar sua aura, não só te enxergar pelo rosto.
Preciso de autenticidade, aparências num sentimento verdadeiro não cabe.
Invade o meu ser com a pureza da emoção, eu te dou meu coração e tudo de mais belo pra nos completar.
Vem sem medo do desconhecido, amor amigo, eterna paixão.

Rita Santarém

 


 

 

Alaniano Poético

Brasil

Brasil terra, rica.
Varonil, tesouro querido…
Brilhante amado!

Rose Melo

 


 

 

Brasil

 

Quantos setembros
Já passaram
Desde o grito do Ipiranga
Setembro dos ipês amarelos
Florindo brilho e nobreza
Fonte de fortaleza
Suportam a seca com valentia
Florescendo cachos dourados
Lembram seu povo persistente
Esperançoso,otimista
Atravessando suas crises
Com garra, força e coragem
Não perdem a fé e união…
Que possamos povo bendito
Exibir as nossas flores
Num jardim cheio de cores
Onde todos tenham valor
Onde a discriminação e o preconceito
Sejam varridos pelos novos ventos
E brilhem as nossas matas
Protegidas pelo anil onde fulguram
Estrelas mil do sempre amado Brasil!

Olema Mariz

 


 

 

ENAMORADO…

 

Enamorado de ti,
Beijo a lua
E sinto tua pele nua…
Fecho os olhos,
Adormeço ao luar!
Sinto teu cheiro,
Teu gosto de amor!
Enamorado estou
A me imaginar
Nos braços teus…
Me abandono a contemplar
Essa arte criada por Deus…
Menina mulher,
Mulher menina,
Sorriso que me seduz,
Encanto que me fascina!
Se és real
Ou imaginação,
Quem pode decifrar,
É somente o coração…
No céu,
As estrelas a brilhar,
Te imagino dançando
No salão estelar…
Estás vestida de noite
E vens me beijar…
Estou enamorado
E deste sonho
Não quero acordar…

Silvania M. Kaminski

 


 

 

Por que eu?

 

Na verdade não penso muito no porquê eu descobri, será que fui escolhido? Não, as coisas acontecem como tem que acontecer, logicamente que desde quando cheguei a este mundo já escuto a palavra de Deus, e era para ser assim com todos, mas infelizmente não é isto que vemos. Deus não tem seus escolhidos, mas no mundo existe os que escolhem saber, os que buscam, e os que tem o coração puro, mas de que adianta o saber? O saber não adianta de nada se não houver a realização, de que adianta descobrirmos algo de tanta imensidão e não realizarmos o mesmo? Não adianta nada! O propósito de Deus é para todos, mas nem todos o conhece, muito menos ainda os que praticam. No mundo existe cerca de oito bilhões de pessoas, e destes meia dúzia sabe do propósito de Deus, conhecem e reconhecem o espírito não por nada material, mas sim pelo sentimento, e reconhecem porquê? Porque foram os escolhidos? Os preferidos? Com Deus não há acepção, e os poucos que sabem descobriram pela busca, pela pureza. Pois muitos que já ouviram falar não se atentaram. A palavra de Deus já foi falada para várias e várias pessoas, na hora que é falado até parece que estão entendendo, mas depois parece que as luzes se apagam e voltam a ficar cegas novamente.

Arthur Campos

 


 

 

Por que eu?

 

Quanto debati-me pelas paredes do meu abissal, sem esperança de sentir o cais ancorado em meu profundo. Quem diria que um dia seria sal, o tempero dos corações deste mundo. Meu coração pesado, arrastava os grilhões que me prendi, meu peito vazio acuado, ecoando meu sucumbir. É tão estranho fazer a retrospectiva do caminho entre dores causadas por minha própria mão, doeu tirar cada espinho, e ainda sangra meu coração. Mas eu vi que era eu quem teria que reverter, sair do meu estado conformado, as lágrimas não conseguia conter, difícil diluir meu estado conturbado. Ainda me pergunto, por que eu? Uma consciência toda estrupiada, talvez o olhar do céu comoveu, ao ver-me debater com minha alma que logo estaria penada. Dentre gotas em doses, difíceis de engolir era eu quem estava dentro deste propósito tão complexo o qual desenhava minha razão de existir. Entre minhas loucuras vinha-me a sanidade de uma alma pura, lábios que traziam-me doçuras, tentando suscitar minha fagulha. Meu olhar de soslaio, por vezes, desdém, um estado contrário, contrária a direção do bem, mas no fundo no fundo minha percepção tinha olhos e via um exemplo permanente, intácto, olhar transparente, coração de amor farto. Pingava suas gotas, muitas vezes enxurradas, cerrava minha boca, na tentativa de tornar-me casta. Realmente a palavra é uma faca de dois gumes, que faz suscitar a vida, aos poucos vi meu imo em vaga-lumes e a sensação do poder de ser infinda. Hoje, não consigo pensar em não ser eu, porque sou eu quem estou aqui, sou eu que descobri o Cristo em mim, sou eu que posso prosseguir dentro do propósito de existir, sou eu, a consciência que ao pó devo resistir. Não é previlégio com exclusividade, é para todos, para isto há de encontrar-se com a liberdade e adentrar o caminho douto. Como diz um sensível poeta, as coisas divinas não são para qualquer um, nem para um qualquer, mas é para todos os que se fazem um, todos que são pétalas de bem-me-quer.

Patrícia Campos

 


 

 

Por que eu?

 

Porque foi eu quem percorri todo um caminho e adentrei o óvulo de minha mãe, fui gestada e nasci neste mundo. Cresci e por muitos anos vivi como todos, achando que era apenas viver este pouco tempo que tenho nesta carne e depois que morresse tudo ficaria no esquecimento. Vivi por muito tempo com este pensamento, onde muitas pessoas passaram por minha vida e se foram para nunca mais voltar. E nada do que me aconteceu me fez despertar para a vida, em buscar saber o porquê de eu estar neste mundo. Cresci, me casei, tive meus filhos, e sempre via a busca incansável e a dedicação que meu esposo tinha para descobrir a razão da existência humana, o porque Deus nos criou. O tempo passava, e meu esposo sempre buscando, tentava me mostrar o que via para me elucidar no caminho da vida, mas nada eu entendia e ainda dizia: você está ficando louco. Mas mesmo ouvindo o que eu lhe dizia, não ouve silêncio em sua boca e de contínuo me falava: o que eu falo é a verdade de Deus, o porque viemos a este mundo e o que devemos fazer para chegarmos a próxima etapa da vida. Até que um dia fez algo chamou minha atenção, com um simples clic na tomada apagou a luz e disse: volte para suas trevas. A partir daquele dia fiquei mais atenta em tudo que ele falava e comecei a raciocinar e logo uma faísca brotou no meu coração. Continuei ouvindo-o por anos, demorou, mas hoje eu posso dizer que enxerguei o que ele tanto queria mostrar. Vi que eu estou dentro de um propósito e que não vim a este mundo por minhas vontades, mas sim pela vontade do meu Criador. Vi que na carne sou apenas uma criação predestinada a produzir a consciência para o espírito se manifestar. Isto não é um privilégio meu, mas todos podem chegar a este entendimento e adquirir toda a sabedoria Divina.
Mas por que eu?
Porque eu permaneci firme, ouvindo e refletindo em tudo que ouvia sem contender a Deus, até que a treva se dissipou e tudo se fez luz dentro de mim. Coloquei cada peça no seu devido lugar, a carne é pó e ao pó tornará, o espírito é a vida e voltará a Deus, e eu quem sou?
Hoje eu enxergo que eu sou a consciência, a simetria perfeita do espírito, e nas mãos deste espírito sua luz resplandecerá por mim eternamente.

Rozivane Pereira

 


 

 

Remédio para solidão

É interessante isto, mas até os animais irracionais buscam viver em grupos, isto é, seres da mesma espécie e vou mais longe ainda, até os vegetais e os minerais se encontram no mesmo lugar. Por isso temos os coletivos de todas as coisas e logicamente que o remédio para a cura da solidão é realmente você se encontrar com seres da mesma espécie, se não automaticamente você estará sozinho e isto é solidão. É triste não ter com quem conversar, ou com quem latir, ou com quem miar e até mesmo com quem relinchar.
Todas as espécies vivem juntas até mesmo por causa da reprodução, mas viver pelo espírito neste mundo é uma coisa séria, pois aqui todos são carnais e só conversam coisas para o bem da carne, são projetos, ambições, sonhos, tudo pela carne. Quando você fala do propósito de Deus, não fica um, só se conversam de política, esportes, novelas, séries, filmes, tragédias, em doutrinas de religiões, mas do propósito de Deus, estou sozinho. Já escrevi milhares de textos falando do propósito da vida e ainda escrevo todos os dias, mas isso é uma maneira para não me sentir só, pois quando estou escrevendo parece que estou falando com alguém, até mesmo quando penso numa pessoa, escrevo um trabalho como se estivesse falando com ela, das coisas erradas que ela faz contra Deus e das coisas erradas que faz até neste mundo.
Através dos meus textos parece que digo para a pessoa o que ela deve fazer para se corrigir diante de Deus, mas é lógico que ela não se corrige, porque ela nem lê o que escrevo, mas é uma maneira de extravasar os meus pensamentos. Qualquer erro contra Deus a minha consciência detecta na hora e quantas e quantas coisas erradas o povo faz contra Deus todos os dias, como Moisés disse: se vivendo eu hoje entre vós, já sois rebeldes contra o senhor, imagine depois da minha morte, por certo perecereis e saíreis do caminho do senhor. Foi justamente o que aconteceu depois da morte de Moisés, vejo que as consciências não fazem do espírito a base delas, mas a base delas é a carne que morrerá, é uma base que chamamos de lama, e o que você pode firmar em cima da lama? Esta é a situação das consciências neste mundo, todas caídas porque estão firmadas em cima da lama e não tem nenhuma em cima da rocha para conversarmos, por isso fico só analisando e falando sozinho nos meus escritos.

José Carlos

 


 

 

Recria – me

 

Amar – te novamente,sentir teus traços
Recriar – te na pele, cantar teu nome
Dele fazer canção de sinueiro
Não guardarei palavras
Tiro-as da alma

Uso todos os teus plexos, em exercício
Teus flancos brancos em movimento
Meu abraço, te enlaço
Teu ventre me fundo em lagunas
trancadas

Irreconhecível,lenta em seus escuros
Afundo – me sem ruído, só gemidos
Sou teu, em suas águas eu mergulho

O garrote algoz frisa a carne vermelha
Lateja, satisfaça – me, não rias.
Amando- me novamente, tu recria – me.

Adele Pereira

 


 

 

COISAS E LOAS IX

FANTÁSTICOS MEDOS II

 

Seguindo a “saga” de meus medos, aproveito para resgatar três figuras, que me impunham medo. Mas, um medo agradável e camarada. A velha Freitas, Basileu e Sóstenes. A velha Freitas, seguindo em sua mansidão, comendo palavras, em sussuros intermináveis, suscitava um medo até respeitável. Nunca a vi exaltada nem desrespeitosa. Basileu e Sóstenes, tresvariando com sua Marinalva, sempre estavam nas proximidades do comércio do seu João Ubaldo, a firmarem uma discussão sem fim, por umas doses de pinga. Discussão de todo dia, que eu testemunhava ao sair do mercado, após o mágico mingau de milho, de Dadá, “apregado” a meu avô Antônio do Rosário.
Já medo terrível, que ainda me impressiona e me faz tremer, são as lembranças das noites, em que vislumbrava ao longe as lamparinas, aprisionadas em suas sinas de “viver” em pequenas latas, balouçantes, em um ritmo preguiçoso e persistente. Lamparinas, que seguiam que seguiam, conduzidas por pescadores, que se deslocavam caminheiros vorazes, a invadir os campos e enfrentar os seus mistérios, na busca do alimento sagrado. Lamparinas, a parir “luzinhas” andantes, a me darem a impressão de virem ao meu encontro. Cruz credo! Deus me livre! Encontro, de que fugia por imaginar as curacangas, “vivinhas da silva”, em minha frente. Ah, sensação angustiante! Uma cabeça feminina, a queimar indefinidamente, por “ter perdido a cabeça” por uma batina de alguma ocasião. Tétrico! Tétrico que se torna, hoje, hilário.
Mas, hilária mesmo, é uma situação, por que passei, encontrando-me no “campo santo”, em plena madrugada, sem medo algum e sem “errar” caminho. Santas e vivas estripulias! O mais interessante é que “me pelava de medo” de passar em sua frente, durante o dia. Haja coragem! Haja especulações!
E, como o ápice do hilário, vejamos esta. Quem lembra da mulher de branco, a assombrar a travessa Artur Sá?! A travessa Artur Sá é a que está entre a Receita Federal e o bangalô, hoje, de Penaldon. Da minha geração, ninguém havia que a descesse, tarde da noite. Quando eu vinha das festas, sempre “dava uma volta danada”. Descia pelo comércio de Zé Erivan, para chegar à rua Floriano Peixoto, onde morava.
Aconteceu, em uma noite, de um primo, com fortes dores de dente, começar a gemer. Gemidos altos e chorosos. Tão altos, que minha avó, do outro lado da rua, escutou-os e resolveu socorrê-lo. Levantou-se e, diante de um chuvisco repentino, se cobriu com um lençol. Santa coincidência! Final de festa na Shallako. Quem se encontrava descendo a praça, e eram várias pessoas, ao se deparar com a mulher de branco, “viva”, literalmente, cruzando a referida travessa, “disparou” em “desenfreada” carreira, invadindo novamente a praça, sem rumo e sem sentido “são”.
O interessante foram os comentários pela manhã. A minha avó reduzida a uma “visági”. Uma simples visagem, que atacava de novo.
Só restaram boas risadas de tão fantásticos medos!

Zé Carlos

 


 

 

Alaniano Poético

Rosto,foto,brilho.
Mostrando beleza infinda.
Mágico sorriso.

Antonia Nery Vanti

 


 

 

Pela Janela 

 

Pela janela
Observo o jardim
Tão lindo
Com o seu colorido
De flores
Que o vento trazia
A doce harmonia
Que delas saía.
Alan Rubens

 


 

 

Apenas 

 

Apenas ame
E não se engane…
Amar é querer
De intenso viver
Que dá prazer!
Alan Rubens

 


 

 

ENTREGA

 

Rouba ao tempo
As letras do desejo
Estende-as na alma
Dentro do teu ser
Fechadas, as letras emudecem
Árida é a vida sem prazer

Entrega teu tempo
Ao que acrescenta
Com otimismo e sabedoria
Para que seu aprendizado
Seja útil e transformador
Tornando – o um ser melhor.

Fernanda Rocha e Alan Rubens

 


 

 

Para ti

 

Olhos de amor e ternura
Só para ti os tenho,
Mesmo se vivo a loucura,
É só para ti que os tenho.

Gritas e moras cá dentro
E não paras de gritar,
Ai se eu tivesse algum alento
de te poder vir a amar.

Procuro em vão e não acho
o tesouro em ti escondido,
Por muitos abraços não acho,
Tu meu tesouro perdido.

Tenho dias d´amargura
O meu coração têm teu nome,
És sempre a minha loucura,
Cá dentro grito teu nome.

Susana Andreza

 


 

 

“UM QUÊ DE POETA

 

Ela tem um quê
Que não se define.
Um quê de sol,
Um quê de céu,
Um quê de brisa…

Ela tem um tom de alegria
Que contagia com
Um quê de jardim,
Um quê de riacho,
Um quê de poeira no caminho…

Ela tem respeito pelas palavras
Que devem ter
Um quê de nobreza,
Um quê de intimidade,
Um quê de lealdade…

Ela recita um amor que seja capaz
De atravessar o tempo e que tenha
Um quê de lua,
Um quê de estrelas,
Um quê de espaço sidéreo…

Necessita do céu
Como a abelha necessita da flor.
Contempla o jardim
Como a semente contempla o vento.

Aguarda as estrelas
Como o Pai aguarda as criaturas.
Canta as palavras
Como um poeta canta o amor.”

Marli F Freitas / A Poeta de Minas Gerais

 


 

 

DIGA QUE ME QUER
PAIXÃO
DIGA QUE ME AMAS…
QUERO TE
AGORA
EM UM MINUTO…
…TODA HORA…
SEM MARCAR
SEM NOÇÃO
DE TEMPO
DE ESPAÇO
…TUDO SE ARRANJA…
NESSES BELOS
MOMENTOS APAIXONADOS
… VEM TESÃO…
VEM QUERIDO
…SÓ PENSO…
EM VOCÊ
…TOCANDO ME …
BEIJANDO ME
ME EXCITANDO
…HUM…
ME BELISCANDO
VEM AMOR
VEM PAIXÃO
DA MINHA VIDA
DO MEU CORPO
DO MEU TUDO.

ANNE SILVA

 


 

 

Desejo

 

… Quisera ser uma flor qualquer
Que não tivesse nenhum espinho
Que lembrasse um nome de mulher
E que me tratassem com carinho.

… Que fosse plantada em alguma rua
Que recebesse o clarão da lua
E repousasse em noites estreladas
E pelo sol minhas pétalas fossem beijadas.

… Não me importaria qual cor tivesse
E que uma ave até a mim viesse
Quem sabe, até um beija-flor?
E me dissesse palavras de amor?

… Ah, como gostaria de ser perfumada!
Deixaria um pouco de mim em algum agasalho
Ou adormeceria numa gota de orvalho
E sonharia ser a sua doce amada.

Marilda Sampronha

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