Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Tocando agora: Carregando...

7e8f6a2a-0616-4d55-b879-d1b50470df70
No comando: ALEGRIA ALEGRIA

Das 5:00 as 7:30

biblia
No comando: CONVERSANDO COM DEUS

Das 7:30 as 9:00

7e8f6a2a-0616-4d55-b879-d1b50470df70
No comando: ALEGRIA ALEGRIA

Das 05:00 as 07:30

No comando: ARQUIVO SERTANEJO

Das 05:00 as 08:00

No comando: UMA LUZ EM TEU CAMINHO

Das 07:30 as 08:00

No comando: SINTONIA POPULAR

Das 08:00 as 09:00

Pedro Álvares
No comando: BREGA TOTAL

Das 08:00 as 10:00

No comando: CAJARÍ PARA TODOS

Das 09:00 as 10:00

10
No comando: CONEXÃO DIRETA

Das 09:00 as 11:00

No comando: BINGO VIANA FELIZ

Das 10:00 as 11:00

sabia-e-a-natureza
No comando: BAIXADA EM DEBATE

Das 10:00 as 12:00

No comando: PROGRAMAÇÃO PADRÃO

Das 11:00 as 12:00

No comando: JORNAL REGIONAL

Das 11:00 as 12:00

No comando: BINGO PAPAICAP

Das 12:00 as 13:00

No comando: PALMAS E PALMATÓRIAS

Das 12:00 as 13:00

No comando: VIANA EM FOCO

Das 12:00 as 13:00

No comando: UMA LUZ EM TUA VIDA

Das 13:00 as 13:30

FOTO_VINIL1a
No comando: ARQUIVO MUSICAL (VARIADAS)

Das 13:00 as 15:00

IMG-20170404-WA0044
No comando: DE BEM COM O SUCESSO

Das 13:30 as 15:30

No comando: BINGO

Das 15:00 as 17:00

Riba Sousa
No comando: CONEXÃO REGGAE

Das 15:30 as 17:00

Riba Sousa
No comando: CONEXÃO REGGAE

Das 16:00 as 17:00

No comando: SHOW DA MISTURA

Das 17:00 as 18:00

No comando: SHOW DA MISTURA

Das 17:00 as 18:00

FOTO_VINIL1a
No comando: ARQUIVO MUSICAL (MPB)

Das 17:00 as 20:00

FOTO_PROGRAMA_02
No comando: MOMENTO GOSPEL

Das 18:00 as 19:00

No comando: ENCONTRO MARCADO

Das 18:00 as 20:00

Bandeira-Brasil-stock.xchng-menor
No comando: A VOZ DO BRASIL

Das 19:00 as 20:00

FOTO_VINIL1a
No comando: ARQUIVO MUSICAL (ERUDITAS)

Das 20:00 as 00:00

pplware_gira_discos-720x482
No comando: ARQUIVO MUSICAL

Das 20:00 as 00:00

No comando: PROGRAMAÇÃO PADRÃO

Das 20:00 as 00:00

R A Í Z E S

Compartilhe:
140

R A Í Z E S

De repente, pego-me em reminiscências tantas e serenas, as quais me remetem aos bons tempos em minha querida cidade de Pinheiro, onde a felicidade realmente cristalizava-se em brinquedos simples e funcionais, geralmente improvisados com quinquilharias encontradas nas ruas, nas despensas e nos imensos quintais das casas de nossos pais e arquitetados na nossa mais profícua engenharia pueril; em “peladas” diárias, “labutadas” nos terrenos baldios, nas quadras, nas praças, nas ruas ou às margens do rio; em banhos no rio, nosso regaço sagrado, saudado pelo fulgurante lusco fusco de mais um dia, bem vivido; em banhos na chuva, no mês de maio, nas “biqueiras” fantásticas, que faziam a nossa alegria e renovavam as nossas vidas; em festejos, quermesses, show de calouros, que nos irmanavam inapelavelmente em um apego sem limites por nossa terra (…)
Entretanto, às nossas jornadas, estava assegurado um futuro promissor; e essa paz perene, abruptamente, era quebrada, com a necessidade que tínhamos de alçar vôos mais promissores, novas conquistas, novos conhecimentos; quando, aí, sim, começava uma verdadeira odisseia: a viagem à capital do estado, com o intuito de fazer cursinho e buscar uma vaga em uma universidade pública (UFMA ou UEMA).
“O cordão umbilical”, enfim, era irremediavelmente quebrado, e nos deparávamos com a real situação: sem o cotidiano pinheirense, sem irmãos, sem amigos, sem aurora, sem horizonte “infinito”, sem brinquedos, sem porto seguro. Eis que surge a primeira viagem longa e a mais dorida separação dos nossos, o que antes nunca havia sido, sequer, cogitado.
Nesse cenário, o meu desenlace deu-se nos anos 80, ao me mudar para São Luís, com o intuito de estudar, uma prática “normal”, naqueles tempos, quando tínhamos de enfrentar o Itaúna e ser massacrados por maruins, sedentos e massacrantes. Entretanto, o maior e mais apavorante desafio era atravessar o temível “bouqueirão”, em barcos ou lanchas, de madeira, rangentes, chorosos e insanos, em uma travessia insalubre, em um ambiente dantescamente sufocante pelo ar pesado, impregnado com óleo queimado, nauseabundo, provocador de vômitos, dores de cabeça, ânsias (… ) misturado aos odores, nem sempre agradáveis, de farinha, porcos, bodes, camarão, bodum e tantos e indecifráveis perfumes baratos, minâncora (…)
Eram sacolejares frenéticos, principalmente nas tardes bravias de agosto, quando os ventos tornavam-se rebeldes e as ondas gemiam em sinal de protesto, por serem interrompidas em suas sestas, sagradas e guardadas pelas bênçãos del rei Sebastião.
Somente após essa aventura, estávamos “batizados”, para enfrentar nova vida, novas descobertas, novos conhecimentos.

Zé Carlos


BORBOLETAS

Nas manhãs de Primavera.
Coisa linda de se vê
Borboletas tão delicadas
A voarem sem perceber
E eu ali a admirá-las
Quem dera poder voar
E minhas mágoas esquecer.

Há que lindas borboletas
São lindas e de muitas cores
Sobrevoam tão tranquilas
E beijam todas as flores
E penso como se sente
E me lembro de repente
Do beijo do meu amor.

Misturam – se com as flores
Branca, azul e amarelas
Vermelhas, marrom cinza
As borboletas são belas
Ao te ver beijando a flor
Isso me faz sofredor
Me lembro dos beijos dela.

És tão frágil e delicada.
A vida te fez assim
Quando vejo – a lembro – me
De alguém que longe de mim
Também bateu suas asas
Nunca mais voltou pra casa
E hoje está longe de mim.

Maria Gorete C. Souza

 


 

 

ec18dbe0-be45-4e3f-aa93-26d7e53c89ab

 


 

 

Sou Flor

Sou flor que desabrocha
Radiante no jardim primaveril
Deixo as borboletas visitarem-me
Dou-lhas meu perfume.
Elas voam… voam…
Deixando o Meu rastro.
Sou flor que nunca morre
Vivo através do perfume que exalo nos meus jardins.

Carmen Haddad

 


 

 

Poetizando a Solidão

Em meio a pensamentos criativos,
Rabisco, me envolvo e revivo
Poetizando os amores guardados nas recordações
Adormecidas pelo tempo
Compondo em belas palavras
Tento retratar a minha alma
Com rimas em versos indefinidos
Esboçando um simples sorriso

Nas lembranças de um perfume e uma melodia
Vou vivendo essa imensa nostalgia.

Rita Santarém

 


 

 

Amor sublime

O amor chegou em mim
Fez morada, não isolada
Uma sensação
Que não reflete calada
Vive pelos caminhos do meu coração
Sai das profundezas do meu ser
Com força e ousadia
E assim se revela, se externa
mostrando parte de mim
De um amor sem fim
Amor elevado
Escrito no papel
Nas nuvens do céu
É como um fogo ardente
Aceso em meu peito
Deixando meu corpo desse jeito
Ardendo em desejo
Desejo sublime, de olhar, abraçar
Tocar com as mãos,
Sentir emoção, arrepios
Meu coração com tantas batidas de emoção…
Quer sempre te admirar
Olhar no fundo dos teus olhos
E dizer…
Obrigada por existir.

Elza Melo

 


 

 

 

Meu Jardim

No meu jardim da vida planto flores bem prefumadas,
para quando sentirem o perfume eu serei sempre lembrada.As flores enfeitam a vida,dão cor ao nosso mundo.
Fazem com sua beleza um cenário lindo .Um jardim é inspiração para versos e amores,pois alegram a todos com suas diversas cores.Quero sempre ter na vida,meu jardim florido e belo,pois quando estiver triste vou passear em seus canteiros e me inebriar com seus diversos cheiros.

Suely Saad

 


 

 

Meu Amor é Seu

Seu, sempre seu o meu amor
Seria lindo viver com você
O que sinto é puro, verdadeiro
Sentimento terno com fervor

Seu, sempre seu o meu amor
Sonho com você no meu quarto
Nós, entre lençóis e travesseiros
Em seus braços, afagos e prazeres

Seu, sempre seu o meu amor
Acordo fascinada, leve e alegre
Alimenta o querer de querer bem
Fascinante é gostar de alguém

Seu, sempre seu o meu amor
Esperando com delicadeza
Seu olhar, carinhos, sua decisão
Atender a voz que fala com clareza
Dizendo que é seu meu coração

Rose Melo

 


 

 

Meu Coração

Meu coração, essa estranha habitação,
É o recanto das mais diversas histórias,
Escritas por penas de ilustres memórias.
Uma casa enorme, em eterna construção.

Aline Bischoff

 


 

 

E por falar de saudade…

” Era uma casa muito engraçada não tinha teto, não tinha nada…”

A casa da minha distante e saudosa infância também era engraçada, mas tinha teto e tudo o que eu precisava. Tinha o carinho dos meus pais e a companhia da minha quase dezena de irmãos.
Era coberta de palhas, embuçada de barro e, em algumas partes, revestida de folhas de revistas_principalmente na sala_. O piso era de barro batido… Tudo muito humilde, mas era um palácio pra nós .
Nosso pai era um herói, a “barra” era pesada pra ele, cujos instrumentos de “trabalho” eram a foice, o facão, a “faca”e o “martelo”.
Não tinha “sapatos,” só usava chinelos. Já com idade
avançada, precisava usar “óculos “.
Nossa mãe( nossa rainha), cuidava esmeradamente, da casa e dos filhos.
Não descuidava dos cuidados corporais, principalmente da “pele” e cabelos. Estava sempre bonita pra nós.
Nosso quintal era o paraíso das frutas. Subíamos nas árvores, sem “medo,” pra colher as frutas e nos deliciarmos, principalmente com laranjas super doces e saudáveis.
Enchíamos as sacolas de frutas e levávamos pra casa onde tomávamos “copos” e copos de suco.
Todos éramos felizes com o que tínhamos porque desconhecíamos o poder do consumismo de hoje.

Aldemira Aguiar

 


 

 

Alaniano Poético

Será algo assim?
Sofrido, sentido, amargo
Cortando ilusões…

Olema Mariz

 


 

 

Quinta Poética

Pessoas iluminadas
possuem encantamento
abraçando almas
harmonizando vidas
positivamente!
Alan Rubens

 


 

 

LUPETA

Amada
plenamente
abraça corações.
Seus carinhos;
propiciam,
alento!
A
C
O
N
C
H
E
G
O

Alan Rubens

 


 

 

Essa felicidade

Antonia Nery Vanti

Essa felicidade…
que chega quietinha…
aquecendo a alma…
fazendo seu ninho
no coração da gente!

Essa felicidade…
que nos faz sorrir
pra ninguém…
olhando para o nada…
como se ali houvesse
alguém!

Essa felicidade…
que vem e que vai.
Quando chega…
parece que vai ficar.
Ilude…engana…
não cria raízes
em nenhum lugar!

Essa felicidade…
que por aqui passou…
com seu aroma
o ar perfumou.
Tomou outro rumo…
e minha alegria
com ela levou!

 


 

 

RETORNO

Regressar ao que nos faz bem,
Vai muito além,
Do simples ato de voltar,
É como deixar tatuada
A essência naquele lugar!

Geovania de Jesus

 

 


 

 

 

MATINHENSIDADE 

Feliz está minh’alma
Neste momento primeiro
Matinha está em festa
É 15 de Fevereiro!
Chuva de bênçãos de Deus
Na terra do povo festeiro.

Relembro da Mata de ontem
Hoje é outra realidade
Onde explosões de foguetes
Despertam toda a cidade
É Matinha festejando
72 anos de idade.

Matinha, tua história
É poema épico glorioso
Escrito com caneta de ouro
O passado virtuoso;
Tens um presente de paz;
Terás um porvir primoroso.

A João Amaral da Silva,
Dr. José Conceição,
Juarez Costa e outros
Devemos a gratidão
De tornar nossa Matinha,
Cidade do Maranhão.

Essas imortais Mangueiras
Proclamaram nossa independência
Entre trancos e barrancos,
Mas atuantes na decência.
Tem na defesa atualmente
Uma Docente na gerência.

De patrimônio material
Saudades do Casarão,
Onde Juca Amaral
Residia com afeição
E reunia povo para ouvir
Radiofone e televisão.

Aqui estão minhas raízes:
Família, amigos, tradições,
Educação, cultura, lazer,
Lendas, provérbios, superstições,
Bumba meu boi, crioléu
E outras manifestações.

Matinha, tu és encanto!
De águas belas é fartura,
Da pesca da cavalgada,
Da riqueza de cultura.
Que a Trindade Divina
Acolha-te com ternura!

Matinha querida!
Matinha amada,
Por ti acolhida,
Por ti ensinada
A ser Mangueira de fé,
A suportar saudades;
E a cultivar como flores:
Verdade, gratidão, amizades.
Por ti escrevo o que sinto:
Viva a MATINHENSIDADE!

❤️E U

Deixe seu comentário:

Curta no Facebook

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

diques da baixada

diques da baixada

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

REGGAE

REGGAE

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

agenda

março 2021
D S T Q Q S S
« fev    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031