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Deserto

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Deserto

Sol escaldante nas manhãs
Noites frias de arrepiar
Vereda que leva ao amanhã
Interno a metamorfosear

Língua grudada ao céu da boca
Secura de amargar
Ventre feito cisterna rota
Miragem de fazer delirar

Necessário ter estrutura mental
Para atravessar nosso deserto
Confiança no divinal
Que nos guia tão de perto

Os passos não podem parar
O caminho é intenso
Rastros deixarão seu trilhar
Como bússola do tempo

Purificação da consciência
Mudança de estado
Sabedoria e inteligência
Andando lado a lado

Coração sereno
Movido pela esperança
Desvendou-se todo segredo
Alma pura de criança

Quando findar as dunas
Removidas ao pó
Será leve como plumas
Liberta de todo nó

Os passos não podem parar
O caminho é intenso
Rastros deixarão seu trilhar
Como bússola do tempo

Michele Mi

 


 

 

Onde?

Onde coloco o ponto?
No começo do nosso encontro?
No meio do nosso caso?
Não! Melhor reticências…
Quem sabe a gente se acerta
Descobre que somos compatíveis…
Vamos deixar os três pontinhos
Resolver nossa questão,
pra depois…
eu e tu, tu e eu
Verbos
Amar, sentir, tentar
Será que existe borracha
Para erros de amar?
Sei lá!
Deixemos pra lá…
Só me recuso, sem tentar, a colocar
um ponto final, antes do final, antes do sonho realizado…
O amor espera sempre,
um feliz desfecho, não um aleatório ponto.

Olema Mariz

 


 

 

O meu canto

O canto que eu canto te encanta
minha voz toca seu coração
Com a voz toco sua alma
Sinto asas na minha canção
E expresso meus sentimentos
O prazer e muita emoção.

Consigo emitir lindos sons
Assim posso tocar as pessoas
E eu posso dar meu recado
Nas palavras de uma música boa
Só na música encontro refúgio
Me transformo em aves que voam.

Mas eu busco na canção
Palavras que me fazem bem
Encontro – me com a canção
E juntos nós vamos além
Porque a nossa canção
Fala de amor também.

Maria Gorete Casagrande de Souza

 


 

 

Era Assim 

 

Ela era assim
Um amor sem fim
Em tudo que fazia
Tinha carinho e alegria
Com muita singeleza
Exalava a sua beleza
Propagando o bem – querer
Levando a vida
Com muito prazer.
Alan Rubens & Geovania de Jesus

 


 

 

VITÓRIA!…

O que faço agora…
Embrulho, rasgo ou jogo fora.
Qual serventia …
Guardar para quê …
Ou para quem …
No futuro quem verá…
Caixas, relíquias,
Fantasias, inutilidades,
Lembranças…
Arquivadas nas nuvens, na gaveta tempo,
Poluindo pensamentos.
Corroídas, desbotadas,
Manchadas, fragilizadas.
Aos dez tinha pressa,
Precisava correr, galopar contra o tempo,
Vencer as barreiras.
Quebrar os obstáculos,
suprir as carências.
Ser auto-suficiente.
Sonhar era o que sabia fazer.
Via o mundo cor-de-rosa,
E as rosas sem espinhos.
Não conhecia o poder da guerra fria.
A moeda do poder,
Toma lá e dá cá.
Chegar ao vinte e tem poder de parar o
Relógio, mudar as horas, congelar as estações.
Ter felicidade plena.
Quarenta era velha demais, tinha medo e pavor de envelhecer.
Aos trinta entrei em Pânico,
Me vi só e perdida,
Sem saber o destino que dar a vida,
Quiz parar, fugir, correr, esconder.
O medo é nosso pior inimigo.
Aos cinquenta me libertei, quebrei tabu,
Amadurecimento tardio,
Velhice precoce.
Pensei que a vida era eterna.
Vi a morte diante dos olhos.
Perdi todos que amei.
Presságios…
Aos Sessenta…
Sento, levanto, não há espaço, não tenho para onde ir,
Não sei se vou, se volto ou se fico.
Só sei que estou partindo,
Quando acordo, olho para o sol, tudo está distante.
No céu,
Vejo neblinas,
Nuvens escuras,
Dia cinzento.
Noites negras.
É para lá que estou
indo.
Não sou mais criança.
Perdi o medo do escuro,
Não existe bicho papão.
Viver só não é solidão.
Não é ser egoísta.
E ter liberdade sem confusão.
É escolha é resignação.
É vitória viver na solidão.

Maria de Lourdes da Costa
Aroma, Sabores & Amores

 


 

 

Instantes

Os poucos instantes que temos
Só aumentam a saudade
Que me consome
Muito escasso é nosso tempo
Pra te dizer de meus sentimentos…
Tudo que sinto, o quanto te quero!
Queria estar a teu lado
Dilatar a ventura desses momentos
De tamanha felicidade.
Mas não,
Com os olhos enevoados
Vejo-te partir!
És como o relâmpago
Que chega iluminando tudo,
Mas logo desaparece.
São momentos passageiros,
Que logo se desfazem no espaço,
Mergulhando-me
Em atroz amargura!
Privada de tua presença,
Privada de teus carinhos,
Não sou nada!
E não sendo nada,
Como posso viver?
Só posso morrer de saudade!!!

Antonia Nery Vanti (Vyrena)

 


 

 

Menino

Menino não imagina
Como te imagino
Nas noites enluaradas
No frio das madrugadas
Sonhando com teu corpo
Em caricias ousadas
Estalos no ouvido
Beijos molhados.

Adele Pereira

 


 

 

Labirinto

 

As janelas denotam tristeza
Mesmo havendo luz
Sem esperança ou firmeza
Espelho que dor reluz

Verdadeiro mistério
Segredos encobertos
O silêncio é critério
Deixando-nos boquiabertos

Que mal poderá ser solucionado
Se não há expressão alguma?
Cético condicionado
São palavras em suma

Como o ditado já dizia
Oficina do diabo
À sua volta mente vazia
Um coração enlaçado

Pelo medo
Pela dor
Triste enredo
Fim da flor

Suas cordas vocais
Não trabalham mais
Onde está seu cais?
Ancorastes à beira dos ais

O seu eu interno
Olha diferente
Clama pelo eterno
Quer liberdade urgente

Espaço lhe sobra
Dentro da sua memória
O sibilar da cobra
Não lhe parece escória

Mas é o tom natural
Tocado ao fundo na estrada
É só mais um vendaval
Uma tempestade formada

O peito que chora
Dentro do seu labirinto
Para onde a paz fora
Senão longe deste absinto?

Não há o que ser feito
Apenas esperar a chuva passar
O mar que afoga o leito
Não cansa de lhe salgar

Patricia Campos

 


 

 

A ILHA

rainha

absoluta

do
atlântico
e
dos
meus sentires.

“flutua” ao sabor da “maresia”
em preia-mar voraz
“marejando”-me a “retina”.

abençoa-lhe o luar argênteo

“rebeldemente” em um protesto

a me arrebatar
de
“amor”.

chora nas conversas
dos
tambores …

longínquos
e
pidões

… a me “ninar” nas madrugadas

as mais sublimes

em
plena
liberdade.

clama mãe África

perto-longe

arrastada
na corrente de vidas
a me entranharem
em suas entranhas
numa sanha
feroz.

caminha em “passo”

tranquilo
e
sapiente

a me “alumiar” os caminhos.

penitencia-se com Ribamar,

o José
e
santo,

a me abençoar
a inabalável fé.

recreia-se em Panaquatira
Raposa
Araçagi
Olho d’Água
Ponta d’Areia
Jenipareiro
Bonfim
Guia.

veste-se …

de

becos
ladeiras
azulejos
mirantes
reggaes
toadas
poesias

Nauro,
o Machado
Nascimento,
o Morais
Zé,
o Chagas
Tribuzi,
o Bandeira
Humberto,
o Guriatã
Veloz,
o Carlinhos
J Passinho,
o Fofo

… sob
o olhar da princesa Ina
e
a proteção e bênçãos celestiais!

Zé Carlos

 


 

 

Tua flor

 

Eu quero seus abraços
Ansiosa para vivê-los
E desfrutar suas energias
Suas magias envolventes
Meu dengo, estou carente
Traga nosso amor ardente
Vamos cuidar da gente
Aqui totalmente nua, sua
Tua flor, pronto presente
Saboreia o doce néctar

Rose Melo

 


 

 

Somos Travessia

 

Foram momentos que o Divino nos emprestou para poder viver plenamente .
Certamente erros cometemos, acertos também .
A soma de tudo é existir e ser .
Não nos cabe os grandes julgamentos.
Somos travessia
Pontes
Amores
Desencontros
Infinitas possibilidades
Somos sonhos alegrias
Lágrimas
Risos.
É a completude do ser.
Assim, juntamos bagagens para caminhar.
Na leveza dos passos, a passagem se faz.
Nas dificuldades um sopro Etéreo a nos acalentar .
Deixando que a vida flua, vivamos sem conflitos.
Carmen Haddad

 


 

 

Ao colocarmos o amor em nossas resoluções sentimos que tudo se resolve com prazer pois nossos corações plenos pelo sentimento se alegram facilitando o resultado positivo.

Suely Saad

 


 

 

Perfeita Aventura

 

Não quero só a contemplação da sua foto ou ter que ouvir o timbre da sua voz.
Quero você inteiro, seu jeito, gosto e cheiro…
Quero as suas mais íntimas sensações no meu corpo queimando de desejos.
Quero sua doce expressão em nossa intimidade,na sinceridade do silêncio.
Quero o seu olhar pousando sobre o meu numa gostosa interpretação erótica.
Seus beijos só serão meus quando forem sentidos na real dimensão do tempo.
Você é minha aventura no mais perfeito exagero.
Vou lhe despir até pelo avesso em milhões de afagos escandalosos e todos em segredo.
Rita Santarém

 


 

 

Alaniano Poético

 

Cidade

Veja Ilha bela
Amores, lugares, sabores …
Cidade encanta.

Nilde Serejo

 


 

 

O voejo 

 

Um certo dia eu sonhei,
Que pulei nas asas de uma águia.
E muitas coisas contemplei!
A águia quis me ensinar a voar,
Em nenhum momento recusei!
Não pensei duas vezes,
E logo em suas belas asas
Me agarrei!

Geovania de Jesus

 


 

 

Microconto

 

Lembranças

Restavam – lhe as lembranças dos festejos juninos. Eram boas lembranças, que agora estavam vivas em sua memória.
Sabia que com a chegada da Pandemia, não podia facilitar pois, poderia ser fatal. Já não era mais um menino, e tinha a consciência de que sua imunidade era baixa.
Ficava olhando as imagens gravadas, de sua participação no Bumba meu Boi, que para ele era tudo. Olhava também as outras brincadeiras, nos documentários que acessava nos canais de redes sociais.
O importante, era a fé em Deus e que, mesmo tendo tomado vacina deveria tomar suas preocupações e aguardar que tudo passasse e voltasse a fazer as coisas que gostava com segurança.
Alan Rubens

 


 

 

Tocamos a alma das pessoas com atitudes simples e verdadeiras.
Alan Rubens

 


 

 

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