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DA POLÍTICA PARA A LITORÂNEA

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Carlos Gaspar

Certa vez eu disse a um amigo que, graças a Deus, não sou representante do povo, para bater palmas ou contestar tudo o que o Executivo propõe, realiza ou se omite. Também escapo da acusação de estar incurso no tal enriquecimento sem causa. Aliás, até parece que isso nem é crime, pois dificilmente existe um parlamentar, melhor dizendo, um político, por exemplo, que possa explicar sua fortuna. Citaria inúmeros casos, mas todos eles estão à vista de quem tem olhos para ver e ouvidos para escutar. Dessa maneira caminha o Maranhão, o Brasil.
Entretanto, neste meu exercício de pretenso cronista, sou cobrado a me manifestar sobre tantos assuntos, acontecimentos ou o que mais ocorrer nesta cidade e até mesmo neste país. É certo que costumo escrever a respeito do que me parece interessante, para o momento, porém desprovido de qualquer conotação crítico-maliciosa ou interesse político, como às vezes me sugerem. Até porque procuro ser objetivo e franco, postura que pouco ou nada agrada a muita gente.
O Brasil é uma riquíssima mina de notícias para o mundo todo usufruir. Ora, um pobre cronista cá da aldeia tem também o seu direito e não menos o dever para com os outros, de procurar colocar tudo em pratos limpos, isto é, de usar um pouco dessa matéria prima no seu dia a dia, em benefício dos seus imaginários leitores.
A propósito, em um dos meus círculos de conversas informais, fiquei pasmo, com o depoimento de outrem, de que um recente político maranhense, habitante da Câmara Alta do país, teria ficado rico com incrível rapidez. E mais: outrora pé-de-chinelo, por onde passou, desde estudante, teria feito das suas. No exercício do cargo de Secretário de Estado, em governo pretérito, aprimorou o refino dos seus dotes. E hoje, segundo o informante, seria proprietário de uma estação de TV em São Luís, de casa no lago, em Brasília, de uma régia mansão em Barreirinhas, além de outros valiosos bens móveis e imóveis.
Confesso, foi o que escutei, porém me reservo ao direito de acreditar ou não acreditar. Mas, como dizem, se ele, o tal político, tem a pretensão de ser governador do Maranhão, a ser sagrado já nas próximas eleições, as acusações a ele dirigidas passam a ideia de verdadeiras. E eu, assim sendo, vejo-me na contingência de depositar, nessa notícia, um pouco de minha desconfiada credulidade. Ponto final.
Peço desculpas pelo que disse, pois não era minha pretensão comentar sobre questões políticas, mas quem se exime dessa espécie de conversa, termina sendo considerado carta fora do baralho. Faz parte do maranhense esse espírito participativo da vida pública. Embora, como é notório, vote mal em todas as oportunidades que se lhe oferecem, resultando nas representações parlamentares de inexpressiva relevância.
Passo para outro assunto, agora de âmbito doméstico. Não faz muito tempo e ele foi objeto de uma das minhas crônicas. Insisto no tema, porque é preciso fazer alguma coisa, é necessário definir o uso do calçadão da Litorânea. Não é possível que este caso somente venha ser levado a sério quando ali se der um desastre, quando alguém ali for vitimado.
Vou voltar a explicar, isto é, a contar o que está acontecendo. E isso ocorre há alguns anos, sempre desafiando a autoridade a que esse fato, de repetição diária, se acha subordinado. Ou talvez nem exista autoridade, portanto é pura imaginação pensar em desafio.
Desde as cinco da manhã começa o movimento nos calçadões da Litorânea, onde homens e mulheres, de todas as idades, apressam seus passos, com o objetivo de melhorarem suas performances físicas. Além do mais, todos são envolvidos por um raro clima de cordialidade, formando pequenos grupos de amigos ou até mesmo familiares.
Entretanto, seria viver fora do Maranhão se esse ambiente perdurasse, indefinidamente, sem nenhum atropelo. Digo isso, com o maior pesar, pois a desordem sempre esteve presente neste nosso pedaço de Brasil. A bem da verdade, em nossa cidade, talvez mais que nas demais do país, a desobediência, pode-se deduzir, é coletiva.
Pois bem, por incrível que pareça, nos calçadões que venho mencionando, lamentavelmente, verifica-se, todos os dias, sem exceção, uma perigosa mistura de transeuntes, sôfregos pela prática de exercícios físicos, com pessoas andando de bicicletas, muitas delas em alta velocidade, até contendo porta volumes bem pesados de carga. E, por incrível que pareça, é comum, muito comum mesmo, até grupos de policiais devidamente montados em suas bicicletas a ameaçar, por essa razão, a vida dos transeuntes, que imagino sem assim desejarem. Já deve ter ocorrido algum pequeno acidente, pois comigo mesmo já andou próximo disso acontecer.
A propósito, lembrei-me de quando estive em Bangkok, capital da Tailândia. Surpreendi-me, ao chegar à cidade, transitando pelas ruas, sem a menor distinção protecionista, pois completamente misturados, automóveis, caminhões, carroças, pessoas de qualquer sexo ou idade, animais em geral, de passeio ou de carga, tais como burros, cavalos, carneiros, cachorros, elefantes, mais parecendo um zoológico ambulante do que uma cidade, ainda mais a principal de um país.
Bem, acho que já tem tempo para que a atual administração de São Luís, instalada recentemente, possa prestar este contributo à nossa capital. Será outra forma de preservar vidas, além do belo trabalho de vacinação que vem realizando.

Em O Imparcial, 27/6/2021

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