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OS MEUS QUINTAIS

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OS MEUS QUINTAIS

É sabido que, ao trilhar por nossos caminhos, “vivemos” momentos, ações, sonhos, sorrisos, problemas, saudades (…) marcantes. É sabido, também, que vivemos os nossos quintais.
Quintais nossos, que se constituem em um riquíssimo capítulo da existência de cada um.
Quintais maravilhosos!
Quintais, que são uma boa parte do meu “eu”.
Quintais, que sempre me fascinaram e fascinam, ainda mais por ter sido aquinhoado com um, em três. O do papai, o da tia Teca e o da vovó. Formavam um só “território”. Só muito muito depois, vieram a ser “aprisionados” por muros.
O da vovó oferecia-se-me por inteiro. Ali, o mais belo e imponente forno sorria-me a derramar as suas delícias em bolos, beijus, biscoitos, perus, frangos, porcos … Ali, simplesmente, “brotava vida” em seus “bois” e hortas, repletos de cebolinha, cheiro verde, tomate, pimentão. Ali, também, havia mamoeiros, laranjeiras (da terra), ateiras, goiabeira, coqueiros e uma cueira. Coqueiros imensamente imensos, que dançavam “endoidecidos” nas ventanias, levando a mim e a meus primos, em nossas inocências, a torcer por suas quedas. Barbaridade! Ainda bem que não tivemos nossos “rogos” atendidos, já que nada mais éramos do que “calouros na fé”. Já nosso “puleiro” e nossa “gangorra”. Que palavra mais feia! Nosso “puleiro” e nosso “balanço” era a cueira. Cueira de muitas cuias! Quem nunca teve a sua cuia de estimação?!
Algumas vezes, ajudei a “molhá-lo”, uma “riqueza”, “puxando água” do poço, que era a alegria dos banhos gostosos e em que o meu avô deu um “mergulho” para resgatar um primo que havia, literalmente, “caído no poço”.
No meu quintal, só práticas sadias. Comer manga, trepado no pé, com o sal e o tempero seco, sempre à mão; aventurar-me em um coqueiro, de que geralmente saia “esfolado”, na tentativa vã de lhe subtrair a mais doce água e a mais macia e leitosa “carne”; criar galinhas e porcos; “agasalhar” cavalos.
Outros quintais muito me “encantaram”. O da tia Mundica, onde hoje funciona o posto São José, rico em bacurizinhos, goiabas, atas e jenipapos. O da tia Bela saciava-me com seus araticuns. O da dona Cora Jinkins “nadava” em sapotis. O de dona Edilaide, onde vi pela primeira vez e achei fantástico umas garrafas enterradas para alimentar as plantas, ofertava-me a tenra ingá e, sobretudo, a mais gostosa manga, da redondeza.
Indubitavelmente, marcaram-me os quintais, chãos vazios, que serviram de palco de nossas peladas. Os das casas abandonadas, principalmente. O primeiro, onde viveu Candinho Pé de Bola, que era o terror para qualquer criança. Mas, isso é “papo”, para outra ocasião. O segundo, a antiga funilaria do mestre Adão e seu Evaristo, ficava em frente a minha casa e ainda me nutria com manga e tamarindo.
Se é pecado ter inveja de quintais. Então, carrego comigo tal. O de seu Berílio, que me atraía, como um ímã, à beleza e à riqueza de seus bacurizeiros. Chamativos, a me “provocarem” e causarem “água na boca”. Mas, nunca tive o prazer de desfrutá-los, os seus frutos. E o de dona Ana Sousa, com a apetitosa e proibida manga rosa. Tão apetitosa, que a comia só olhando. Proibida, pela ferocidade dos cachorros, que reinavam absolutos, latindo aterradoramente e “tirando faíscas” das cercas.
Muitos e outros quintais ficaram em mim.
Cresci, ganhei mundo e, hoje, com a graça de Deus, tenho o meu quintal.
Espero que ainda vivam os seus quintais.
Vivamos os nossos quintais!

Zé Carlos


Felicidade não é vontade, é uma necessidade básica do coração humano!

D’Jesus Cutrim

 


 

 

Sonhos

Para sonhar
Não precisa de asas.
Ler um livro,
Usar a imaginação
Com a pureza do coração.

E com os sonhos
Sendo realizados
O coração respira
E a alma canta.
Alan Rubens & Nilde Serejo

 


 

 

Feriado 

 

Era feriado
Ele agoniado
Todo suado
Sede aumentando
Língua estalando
Chopp gelando
E ELA… só olhando

Aproveitar o feriado
Música de qualidade
Com sinceras amizades
Um bate papo arretado
Calmaria e tranquilidade
Gratidão e felicidade.
Jorge Passinho & Alan Rubens

 


 

 

Papel manteiga

 

Tu vais me folheando
Como papel manteiga
Perfurando…

Fazendo suas escritas
Em minha pele
Tatuando…

São flores, rabiscos
Em meus picos
Desenhando…

As linhas escuras
Vais contornando
Devoras avidamente…

Os espaços, o centro
Nas beiradas
Me derretendo…

Manteiga melosa
Escorrendo entre os orifícios
Delatados…

Faz tua poesia, tua melodia
Tua arte, tua marca,
Teu prazer…

Adele Pereira
270621

 


 

 

O QUE FAZER COM ESSA ALIANÇA?

 

Ele marcou um encontro
E não entendi porquê
Com voz forte e decidido
Começou a me dizer
Foi muito bom esse tempo
Que passamos eu e você.

Fiquei em choque pensando
Cadê minha esperança
Não pensou em mim que tinha
Em ti toda confiança.
E agora o que eu faço
Com essa minha aliança?

Eu vou joga- la bem longe
Onde nao possa encontra-la
Vai ser difícil esquecer
Mas eu não quero lembrar
Esse amor foi só mentira
Como pode me enganar.

Confiei tanto em você
E você me abandonou
Disse que não me queria
Vejo o quanto me enganou
Te amei e fui sincera
Acreditei num falso amor.

Maria Gorete C Souza

 


 

 

ALMA NOTURNA!…

No céu…
O crepúsculo começa a dar os primeiros sinais…
É o meu amado,
Príncipe Negro, Chegando montado no seu carrossel.
Voa os pirilampos,
Iluminando a noite.
Estrelas caindo do céu.
Acendendo meus pensamentos.
Juízo que falta.
Neste momento não sou mais eu.
Uma magia invade meu corpo.
Domina as forças,
Arrebata-me do chão
Sou espírito navegante,
Que passeia no suor da noite.
Na neblina da saudade.
O sereno da lembrança que acolhe.
Alma noturna que voa,
Cavalgando no vento da esperança…
Correndo sobre o negro véu rendado,
Das cortinas que abrem,
Do portal…
Passagem relâmpago,
Do paraíso que se vê.
Sou a mais bela Dama,
Vestida de purpurina,
Coroada de estrelas,
Transvestida na poesia.
A procura do amor.

Maria de Lourdes da Costa
Aroma, Sabores & Amores

 


 

 

VESTI AZUL!

FRIO EM AZUL PARECE QUE FICA MAIS FRIO!SERÁ IMPRESSÃO OU NÃO?UM
DIA COM TUDO AZUL TE DEIXA MAIS BELA!

GOSTO DO TEMPO FRIO
VOCÊ FICA MAIS ELEGANTE
ROUPAS BEM COLORIDAS
TE DEIXAM ACONCHEGANTE!

SUELY SAAD

 


 

 

Grandioso

 

Tenho um segredo
E não posso revelar
Sinto vontade de falar

Muito sério para mim
Um grandioso amor
Aflige-me, fico assim

A flor da pele, trêmula
As mãos transpirando
Coração palpitando

Quase sem voz, sufocando
E sussurrando seu nome
Bem baixinho, tentando
Querendo esse amor grandioso

Rose Melo

 


 

 

Botão ou Bicho?

Bolinha enfeitada
De preto e vermelho
Decorando o verde
Que cobre o jardim

Estendo meu dedo
Ela sobe mansinha
Tem nome de gente
Se chama joaninha
Aldemira Aguiar

 


 

 

Nobre Inspiração

 

Como esculpir em palavras toda beleza que esconde – se na alma?
Como colorir os sonhos para quem vive a tristeza do abandono?
Como compor uma canção se o que se vive confunde a própria razão?

Sensibilidade e graciosidade resume – se na nobreza de uma simples inspiração.
Na emoção encontra-se a perfeição quando expõe – se o coração.

Rita Santarém

 


 

 

Olhar distraído

Quando olhamos a esmo
Com o olhar distraído
Por vezes nos deparamos
Com surpresas impensáveis…
A imaginação livre e solta
Sem pudores ou amarras
Vê beleza onde talvez
Muitos só vejam rotina…
Viajamos onde então
Só as asas alcançam
E do alto da montanha
No pouso do vôo
Vislumbramos a paisagem…
Fora e dentro de nós
Dádiva, supremo
Descortinar!!!

Olema Mariz

 


 

 

Sou assim
(Autora – Elza Melo )

Sinto -me inteira
Mesmo quando
O coração está partido
Junto meus fragmentos
Sem que a vida perceba
E refaço-me em sentimentos
Sinto-me amada
Mesmo na ausência de muitos amores
Quando a minha companhia
É o meu amor próprio
Que fala baixinho em muitas madrugadas frias
Caminha comigo em ruas vazias
Inspira-me nas manhãs chuvosas
Me acalma nas noites tenebrosas
Aquecendo meu coração
Com forte dose de emoção
Sinto-me dona de mim
Quando vejo no meu interior
A mulher que sempre quis ser
Meio mulher
Meio menina
Percorro os caminhos da vida
Deixando fluir em mim somente
As melhores lembranças
Os melhores aromas
De flores, de gente, de sonhos
Sou feita de bons sentimentos
E sorrisos fáceis
Talvez seja só isso
Que a vida tem reservado pra mim.

Capanema – Pará

 


 

 

Camaquiano

Pássaros cantam
alegram amanhecer
belo coral
beleza natural
Nilde Serejo

 



 

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