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Sempre ciganos

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Sempre ciganos

Cigano é povo bonito
Cigano é tudo que quero
Cigano meu bem querer
Cigano sempre te espero
Cigano escrevo pra ti
Cigano choro por ti
Cigano te quero tanto
Cigano tu és meu pranto
Cigano me dá alegria
Cigano me dá amor
Cigano me dá carinho
Cigano me causa dor
Cigano escrevo sempre
Cigano é minha luz
Cigano na minha vida
Cigano é minha cruz

Suely Saad

 


 

 

PRIMA VERA, JARDINEIRO JOÃO

Primavera de flores, amores
Cores vibrantes, multicoloridas
Amores esfuziantes a todo instante
Jardins diversificados, cuidados
Corações recheados de paixão

Magnólia, Hortência e Rosas
Cravos, Gerânios, Petúnias
Todas levando amor ao coração
Destilando o pólen para melhor
Germinação e boa floração

Prima Vera, jardineiro João
Jardineiro fiel, cortes amorosos
Houve os pássaros, abelhas
Joaninhas, formigas e grilos
Todos visitam – nos nessa estação

Primavera florada em árvores
Sol deslumbrante, sedutor
Revoada de pássaros a gorjear
Música na alma em uma linda canção
Amor da prima Vera e o jardineiro João

Que deslumbram aos olhos
E encantam o coração
Primavera a mais linda estação
O amor a maior curtição
Para mim, prá você
Para a Vera e o João.

ADELE PEREIRA

 


 

 

Harmonia

 

Flores
Mãos e
borboletas…
Conjunto harmonioso
inspirando poesia…
Aldemira Aguiar

 


 

 

TALVEZ EU…

 

Talvez roube de você
Aquele beijo na boca
Aquela promessa dita
Com uma vontade louca
Mesmo que eu acredite
Que a realidade é outra.

Talvez roube o seu tempo
Querendo ouvir de você
Palavras que me alegram
Que faz feliz o meu ser
Pois eu passo o dia todo
Com desejo de te ver.

Talvez eu roube seu sono
Em alguma madrugada
Querendo ouvir tua voz
Numa ligação errada
Para não me reconhecer
Te ouço e não falo nada.

Porque as vezes perco o sono
Afogado de paixão
Tentando dormir preciso
Fazer uma ligação
Ouço sua voz que me traz
Alívio ao meu coração.

Maria Gorete Casagrande de Souza

 


 

 

Um mundo que se abre

 

Quanto me ensinaste
És parte intrínseca de mim…

Aprendi contigo a nomear sentimentos…

Aprendi que a dor da ausência chama-se saudade…

E aquele peito apertado é angustia…

Aquele brilho no olhar e o coração acelerado, é amor

Aquele céu ao entardecer, aquarelado primor chama-se encantamento

E quando enlaçada em teus braços, aconchego

Quando deixo que a mágoa vá embora, perdão

E ajudar os irmãos necessitados, compaixão

E aquela esperança verde que nos faz seguir chama-se fé

Aprendi com tuas experiências compartilhadas a analisar, propor, explicar, determinar soluções e caminhos

Juntamente com a raiz forte de onde sou seiva, me ajudaste a ser quem sou

a ter um olhar de pura poesia sobre o mundo, nem sempre alegre,

mas com certeza sempre poético, onde um dia por teu guiar pude encontrar o caminho e voar plena de poesia.

Olema Mariz

 


 

 

Amar – te 

Quero beijar você.
Amar – te falando baixinho.
Carinho gostoso.
Alan Rubens

 


 

 

Diferenças

 

Fomos envolvidos pelas nossas diferenças e nos completamos com nossas reais imperfeições.
Somos conscientes que mundos diferentes existem em cada ser, mas que o coração quando percebe que há afinidades e sentimentos; tudo se resolve, tudo se encaixa.
A consciência plena do amor se une a razão e faz da relação uma fortaleza de enorme prazer.
Vamos tentar combinar para que o amor não precise esfriar em discordâncias.
Rita Santarém

 


 

 

Sensatez

 

Prudência
Precaução
Equilíbrio
Moderação

Bom senso
Medida, Juízo
Ao bem ser propenso
Ter no imo bom siso

Saber entrar
Saber sair
Hora pra chorar
Momento de sorrir

Devemos abaixar os olhos
Reconhecer a sabedoria
Quebrar nossos ferrolhos
Galgar nossa alforria

Respeitar os limites
Ver a linha imaginária
A vida nos faz um convite
Rever nossa obra literária

Deixar toda soberba
Ela maltrata o coração
Um dia chega a colheita
Ventania na imensidão

Quantas almas machucadas
Clamando silenciosamente
Presas, enclausuradas
Engano da serpente

Plante amor
Regando-o com carinho
Do broto desabrocha a flor
Paz perene sem espinho

Michele Mi 

 


 

 

Nuvenzinha e a estrelinha

 

Lá no céu vivia nuvenzinha e a estrelinha
Mas não se conheciam
Uma certa noite estrelinha sai a brilhar
E olha uma nuvenzinha longe…
E logo vai encontrar-lhe
Feliz por encontrar companhia
Cumprimenta-a e tornam-se amiguinhas
E todas as noites de lua, estrelinha sai mostrando sua beleza com seu brilhar num conversar
Na companhia de nuvenzinha ao luar.

Rose Melo

 


 

 

Quebrantado e contrito

 

É tempo de guerra, mesmo assim o amor está levantado, eis que clamei por minha terra, meus pés desviam deste campo minado. Lá fora só ouço o sussurro do vento,
nada por aqui mais me interte, continuo aguardando no tempo, sei que o amor não fere. Compreendo cada passo, enxergo cada ação, o assoviar do meu anjo faz-me dançar no compasso, são tantos detalhes, mas sei que pego a visão. Meu coração quebrantado e contrito bradou sutilmente, não foi algo ensaiado ou fingido mas naturalmente, como deve ser, nada forçado, e ao anoitecer, veio em sonho atrelado. Fez-me acordar numa noite, pôs-me a pensar, mostrou-me novo horizonte, a saída deste amargo mar. É difícil ser compreendido dentro do caminho que só você anda, mas sou eu quem devo passar. Uma palavra mal interpretada muda todo o sentido e por vezes cansa, mas meus pés jamais vão parar de andar. Um guerreiro também chora, e isto não o faz covarde, e quando em oculto ora, Deus lhe envia o selo da liberdade. É impressionante como vem a resposta daquilo que tu pedes a Deus, àquele que atenciosamente Lhe abre a porta, com todo carinho ensina a ser Seu. Pedi e Ele atendeu-me, desenhou Sua estratégia para derrubadar os inimigos que há em mim e isto fortaleceu-me. A luta continua, aprendi a me defender, houve novo planejamento em minha busca, agora é por em prática e reverter. Percebi que não é do meu jeito nem no meu tempo, mas a ordem é persistir e aguardar até que a voz do céu ecoe no templo. A obediência traz a paz, e o compreender é fundamental, quando se é veraz, torna-se trancedental.

Patricia Campos 

 


 

 

O CANTO DE JUCA

“a cidade está no homem
quase como a árvore voa
no pássaro que a deixa”

Poema Sujo/Ferreira Gullar (antepenúltimo verso).

Todas as cidades possuem construções com traços arquitetônicos que remontam há tempos passados. Comerciais ou residenciais, são edificações que registram o aspecto da arquitetura naquele momento. As casas antigas construídas na baixada maranhese possuem forte influência da arquitetura portuguesa. Algumas retratam edificações do Centro Histórico de São Luís, a exemplo do Sobrado Amarelo de Viana, que pertenceu à família Gaspar. Hoje, por doação, pertencente à Prefeitura Municipal de Viana.
Caracterizam-se essas construções por detalhes que passam despercebidos a um simples olhar contemplativo.
Em Matinha as construções que mais fortemente absorveram essa influência da arquitetura portuguesa, encontravam-se edificadas à rua Coronel Antônio Augusto, no cruzamento com a rua Dr. Afonso Matos. Esse cruzamento de vias, formava a esquina mais destacada da cidade, durante muito tempo a única esquina totalmente edificada.
Em um olhar mais aprofundado observam-se aspectos da arquitetura portuguesa em detalhes comuns nessas edificações. Todas foram erguidas nos limites frontal e lateral dos terrenos, possuiam grandes telhados de duas águas com cumieira paralela às ruas, espigões, paredes grossas, eiras e beiras, janelas e portas com muitas semelhanças e grandes quintais.
Todas elas possuíam espaço reservado para estabelecimento comercial. Esses espaços tinham duas portas voltadas para rua Coronel Antônio Augusto e uma porta e janela para a rua Dr. Afonso Matos. Ali funcionaram farmácia e quitandas.
Os quintais dessas casas eram verdadeiros pomares com grande variedades de frutas. As frutas manga rosa, laranjão, limão, ata, peruana, coco manso e carambola, eram comuns aos quatro quintais. Encontravam-se ainda nesses quintais, pés de abricó, amejuba, goiaba, goiaba prata, ciriguela, cajá do pará, genipapo, jaca, laranja, lima, tangerina, tamarindo, pitanga, caju, manga comprida, manga carlota, manga cajá, ginja, jacama.
Todas as quatro casas posuíam poços revestidos com tijolos compactos e poiais de proteção.
Por laços de parentesco e amizade era-me pertimitido frenquentar todas as casas e quintais, coisa que fazia com bastante frequência. Tanto é, que, o aqui relatado, provém dos guardados no baú da minha memória.
Impressionava-me aquele conjunto de grandes casas de calçadas altas e muitas portas e janelas à beira da rua.
Entre elas destacava-se o imponente sobrado azul do Sr. João Amaral da Silva, que formava com as demais casas o conjunto arquitetônico histórico mais relevante de Matinha.
Era um sobrado com piso de madeira de lei, elegante escada interna, circundado de janelões no pavimento superior. No térreo as janelas e portas eram dispostas alternadamente. Esse recurso arquitetônico de pé direito alto, compartimentos amplos, muitas portas e janelas, tornavam os ambientes das residências bem iluminados e arejados, propiciando maior conforto aos residentes.
Era nesse Palacete que ocorriam as grandes decisões políticas da época. Nada era decidido sem antes receber o aval do Sr. João Amaral. Juca era um líder nato. Ouvia muito e falava pouco. A humildade era uma das suas maiores virtudes. Foi nesse Sobrado que ocorreram todas as negociações para a emancipação política de Matinha. O líder e o grande protagonista desse fato histórico foi o Sr. João Amaral da Silva, ancorado no apoio político do deputado estadual Santos Neto e do deputado federal Dr. Afonso Matos.
As recepções e banquetes oferecidos às autoridades governamentais e eclesiásticas que visitavam Matinha, ocorriam nesse “Palácio”. Lembro do grande banquete oferecido ao arcebispo Dom José Medeiros Delgado, quando da implantação da Paróquia de Matinha.
Essa esquina, mais conhecida como “Canto de Juca”, era um dos locais mais frenquentados da cidade. Além de bastante atrativa, tinha funcionalidade comercial, pois possuía farmácia, quitandas, padaria e usina de beneficiamento de arroz. Muitos acorriam a esse local para consultas com a Sra. Ana Rita Amaral da Silva, enfermeira, quase médica, que com os seus conhecimentos e práticas da medicina, salvou muitas vidas e abnegadamente prestou relevantes serviços a toda sociedade matinhense. Presenciei inúmeras vezes, no período noturno, Dona Ana Rita montada em garupa de cavalo deslocar-se para os povoados para prestar socorro a muitas famílias que a procuravam para socorrê-las em suas enfermidades.
No Canto de Juca, nós, jovens da época, reuníamos-nos sentados em bancos fixos que existiam nos cantos daquelas casas, para bater ingênuos papos, contar histórias, e nas noites estreladas identificar constelações – Ema, Três Marias, Cruzeiro do Sul e outras. Ouvir na radiola Philips de Zé Américo de Gustavo, canções da Jovem Guarda. Ali era o marco inicial de todas as nossas serenatas. Nos dias de serenatas, lá para às onze da noite, carregando a radiola e os LPs/Compactos de vinil, saíamos para despertar as nossas namoradas com canções de Roberto Carlos, Paulo Sérgio, Jerry Adriane, Ronnie Von, Vanderlei Cardoso, Evaldo Braga, Silvinho, Valdick Soriano, Agnaldo Timóteo, Angela Maria, Dilermando Reis & Francisco Petrônio…
As casas pertenciam às famílias do Sr. João Amaral, Sr. Gustavo Silva e depois Sr. Ademar Amaral, Sra. Lola/Ana Rita e Sr. Maneco Sena, depois Sr. Miguel Brito.
Nos anos sessenta, a Sra. Joana, esposa do Sr. Boaventura, vizinha da esquina, ia até a calçada de Dona Lola comercializar seu delicioso mingau de milho.
Era tal a importância desse canto, que certa vez aconteceu um fato curioso, que narro: Para aquele local foi acertado de véspera, um encontro para uma briga que acabou por envolver duas famílias. Tive oportunidade de presenciar essa contenda em um dia ainda cedo pela manhã. Foram uns vinte minutos de tapas, murros, chutes e cabeçadas. Dessa confusão participaram uns oito contendores, que apesar de lembrar dos nomes, omito-os. Fiquemos apenas com o fato.
Lamento o apagar dessa memória física. Reconstruo e contemplo com o que ficou arraigado na minha memória, essa majestosa esquina chamada o “Canto de Juca”.

Aroucha Filho

 


 

 

 

 

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